sexta-feira, 21 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
SOBRE CÂNCER -- HOSPITAL JOHN HOPKINS - EUA
- DEPOIS DE ANOS DIZENDO ÀS PESSOAS QUE A QUIMIOTERAPIA É A ÚNICA
FORMA DE TENTAR (TENTAR É A PALAVRA - CHAVE) ELIMINAR O CÂNCER,
JOHN HOPKINS ESTÁ FINALMENTE COMEÇANDO A DIZER - LHE QUE EXISTE
UM MEIO ALTERNATIVO.
ATUALIZAÇÃO SOBRE CÂNCER DO HOSPITAL JOHN HOPKINS - EUA - 1. Cada pessoa tem células cancerosas no organismo. Estas células
cancerosas não aparecem nos testes normais antes de se terem multiplicado a
alguns milhões. Quando os médicos dizem aos doentes que não há mais
células cancerosas em seus corpos após o tratamento, isto significa apenas
que os testes não são capazes de detectar as células cancerosas, porque eles
não atingiram o tamanho detectável. - 2. As Células cancerosas ocorrem entre 6 a mais de 10 vezes na vida de uma
pessoa. - 3. Quando o sistema imunológico de uma pessoa é forte, as células cancerosas
serão destruídas e impedidas de se multiplicarem para formar tumores. - 4. Quando uma pessoa tem câncer, isso indica que a pessoa tem múltiplas
deficiências nutricionais. Isto poderia ser devido a fatores genéticos, ambientais,
alimentares e ao estilo de vida. - 5. Para vencer as múltiplas deficiências nutricionais, mudar hábitos alimentares e
incluir suplementos na dieta reforçará o sistema imunológico. - 6. A Quimioterapia envolve o envenenamento das células cancerosas que
crescem rapidamente e também destrói as células saudáveis da medula óssea,
do trato gastrointestinal, etc, e podem causar danos em órgãos como fígado,
rins, coração, pulmões, etc. - 7. A Radiação ao destruir as células cancerosas também queimam, ferem e
danificam as células saudáveis,os tecidos e os órgãos. - 8. O tratamento inicial com quimioterapia e radiação, freqüentemente reduzem
tamanho do tumor. Contudo, o prolongado uso da quimioterapia e da radiação
não resulta na destruição do tumor. - 9. Quando o corpo tem muita carga tóxica proveniente da radiação e da
quimioterapia e o sistema imunológico está comprometido ou destruído, a pessoa
pode sucumbir a vários tipos de infecções e complicações. - 10. A Quimioterapia e a radiação podem transformar as células cancerosas e
torná-las resistentes e difíceis de destruir. A Cirurgia também pode provocar a
disseminação de células cancerosas para outras partes do corpo. - 11. Uma maneira eficaz de combater o câncer é matar de fome as células
cancerosas, não as alimentando com os alimentos que elas necessitam para se
multiplicarem. - 12. A Proteína da carne é difícil de digerir e requer muitas enzimas digestivas. A
carne não digerida restante nos intestinos putrefaz-se e provoca maior
acumulação tóxica. - 13. As paredes celulares do Câncer são cobertas por uma proteína dura. Ao
abster - se de comer ou comendo menos carne, mais enzimas são liberadas para
atacar as paredes de proteína dura das células cancerosas e permite que as
células assassinas do corpo destruam as células cancerosas. - 14. Alguns suplementos fortalecem o sistema imunológico (IP6, Flor - ssence,
Essiac, anti-oxidantes, vitaminas, minerais, EFAs etc), para permitir que as
células assassinas do corpo destruam as células cancerígenas. Outros
suplementos como vitamina E, são conhecidos por causar apoptose, ou morte
celular programada, que é o método normal do corpo eliminar as células
danificadas, indesejáveis ou desnecessárias. - 15. O Câncer é uma doença da mente, do corpo e do espírito. Um espírito
positivo e pró-ativo contribuirá para que o combatente do câncer seja um
sobrevivente. Raiva, impiedade e amargura colocam o organismo em um
ambiente estressante e ácido. Aprenda a ter um espírito amoroso e piedoso.
Aprenda a relaxar e desfrutar a vida. - 16. As células cancerosas não podem prosperar num ambiente oxigenado.
Exercitar-se todo dia e fazer exercícios respiratórios ajuda a obter mais oxigênio
para atingir o nível das células. Oxigênio terapia é outro meio empregado para
destruir células cancerígenas. - AS CÉLULAS CANCEROSAS SE ALIMENTAM DE:
- a. Açúcar é um alimentador do câncer. Ao cortar o açúcar, corta-se um
importante abastecimento alimentar para as células cancerosas. Os substitutos
do açúcar, os adoçantes como NutraSweet, Equal, Spoonful, etc, são feitos com
Aspartame que é nocivo. Os melhores substitutos naturais seriam o mel ou o
melado, mas apenas em quantidades muito pequenas. O sal tem um produto
químico adicionado para torná–lo branco. A Melhor alternativa é o sal marinho. - b. O Leite faz com que o organismo produza muco, especialmente no trato
gastrointestinal. O Câncer se alimenta de muco. Ao cortar o leite e substituí-lo por
leite de soja sem açúcar as células cancerosas são mortas de fome. - c. Células cancerosas prosperam num ambiente ácido. A dieta a base de carne é
ácida e é melhor comer peixe ou um pouco de frango, do que boi ou porco. A
carne também contém antibióticos para gado, hormônios do crescimento e
parasitas, que são todos nocivos, em especial para pessoas com câncer. - d. Uma dieta feita de 80% de legumes frescos e sumos, grãos, sementes, nozes e
um pouco de frutas ajuda a por o corpo em um ambiente alcalino. Cerca de 20%
pode ser de alimentos cozidos inclusive feijão. Sucos de vegetais frescos fornecem
enzimas vivas, que são facilmente absorvidos e atingem as células em 15 minutos
para nutrir e aumentar o crescimento de células saudáveis Para obter enzimas
vivas para construir células saudáveis experimente beber sucos de vegetais
frescos e de brotos de feijão e comer alguns vegetais crus 2 ou 3 vezes por dia. As
Enzimas são destruídos a temperaturas de 40 graus C. Portanto, mantenha os
vegetais e os brotos de feijão em local fresco. - e. Evite café, chá e chocolate, que têm alta concentração de cafeína. Chá verde é
uma alternativa melhor e tem a propriedade de combater o câncer. – Água: é
melhor beber água purificada ou filtrada, para evitar toxinas e metais pesados da
água.Água destilada é ácida,evite-a. - ATUALIZAÇÃO DE CÂNCER DO
HOSPITAL JOHN HOPKINS – EUA - 1. Nenhum recipiente de plástico no microondas.
2. Nada de garrafas de água no congelador.
3. Nada de revestimento plástico no microondas. - Johns Hopkins recentemente publicou esta
comunicação, no seu boletim informativo.
Esta informação está sendo divulgado no
Walter Reed Army Medical Center. - Dioxinas químicas provocam o câncer, sobretudo o de mama. As dioxinas são
altamente tóxicos para as células do nosso corpo. Não congele seu frascos
plásticos com água neles pois isto libera dioxinas do plástico. Recentemente, o
Dr. Edward Fujimoto, gerente do programa de bem-estar do Hospital Castle, foi a
um programa de TV para explicar este risco à saúde. Ele falou sobre as dioxinas e
como eles são más para nós. Ele disse que não deveríamos aquecer os nossos
alimentos no microondas usando recipientes plásticos. - Isso se aplica especialmente aos alimentos que contêm gordura. Ele disse que a
combinação de gordura, calor alto e plásticos libera a dioxina em alimentos e
finalmente nas células do corpo. Ao invés disso, ele recomenda usar utensílios de
vidro, como Pirex, ou de cerâmica, para aquecimento dos alimentos. Você obtém
os mesmos resultados, apenas sem a dioxina. Assim, os alimentos
industrializados e embalados em plásticos devem ser removidos do recipiente e
aquecidos em outra coisa. - O papel não é mau, mas você não sabe o que está no papel. Só é seguro usar
vidro temperado ou cerâmica. Ele nos lembrou que há pouco algum dos
restaurantes “fast food” trocaram os invólucros de plástico por papel.
O problema das dioxinas é uma das razões. - Além disso, assinalou que invólucros de plástico são tão perigosos quando
colocados nos alimentos a serem cozidos no microondas. Quando o alimento é
aquecido, o elevado calor provoca toxinas venenosas derreterem para fora do
revestimento plástico e gotejar na comida. É melhor cobrir o alimento com uma
tolha de papel. - Trata-se de um artigo que deve ser enviado a
qualquer pessoa que considere importante
em sua vida.
sábado, 30 de junho de 2012
AÇUCAR BRANCO
Até cerca de 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária. Os povos antigos, civilizações passadas, brilhantes exércitos não conheciam o famoso aditivo doce.
O mel era usado eventualmente, mais como remédio.
Este processo histórico prova que o açúcar branco é desnecessário como alimento. Foi só a partir dos dois últimos séculos que o açúcar começou a ser produzido e consumido de forma cada vez mais intensa. Com a sofisticação da técnica, purificou-se mais ainda o açúcar de cana retirando-se dele apenas a sacarose branca. Hoje somos uma civilização, consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar.
O açúcar branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde.
Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc., resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.
O corpo humano não necessita de açúcar branco.
O que é realmente necessário é a glicose, ou seja, a menor partícula glicídica dos carboidratos. A glicose, por sua vez, é importante para o metabolismo, pois produz energia ao ser “queimada”. Embora se diga que “açúcar é energia”, sabemos bem que a citação é apenas modesta, pois, na verdade, deveríamos dizer que “açúcar é superabundância de energia química concentrada” e eis aí o problema: açúcar é sempre excesso de energia, além das necessidades reais, e este excesso tende a depositar-se, a exigir trabalho orgânico extra, a diminuir o tempo de vida, pois a célula só usa o que necessita, todo o resto passa a “estorvo” metabólico.
Outro fato importante é que, ao consumir um produto extremamente concentrado, isolado, exigiremos do organismo uma complementação química. Por exemplo, vai exigir muito cálcio e magnésio do metabolismo e das reservas; ele “rouba” os nossos depósitos de um modo diretamente proporcional a quantidade ingerida. Podemos dizer então que o açúcar é descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor metabólico. Açúcar não é “alimento”, mas um poderoso “antinutriente”, um grande ladrão.
Razão pela qual Willian Dufty, em seu mais que consagrado livro sobre o açúcar, o “Sugar Blues”, considera-o como uma “droga doce e viciante que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização”. Seus efeitos nunca são imediatos, mas lentos, acumulativos, insidiosos, drenando a saúde aos poucos.
O consumo da droga doce vem aumentando nos últimos anos. Se levarmos em conta que não necessitamos de açúcar, tudo o que se consome é excessivo, supérfluo, além do que o corpo precisa. Lembramos que 100 por cento dos carboidratos (farinhas, cereais, açúcar das frutas, etc.) transformam-se em glicose, 60 por cento das carnes ingeridas e até mesmo 15 por cento das gorduras e óleos também se convertem em glicose; é assim que normalmente mantemos as necessidades bioquímicas do corpo. Isso explica por que povos antigos não necessitavam de açúcar extra. Se julgarmos que açúcar é essencial, então devemos ter como certo que cada viking, mongol, huno, árabe, grego ou romano deveria consumir cerca de 300gr por dia de um açúcar que naquelas épocas absolutamente não existia.
Os conhecimentos e conceitos científicos, principalmente em nutrição, têm sido manipulados, truncados e adulterados. Devemos entender que a alimentação comum, sem aditivos doces, contém quantidades suficientes de glicose que são armazenadas no fígado sob a forma de glicogênio; em situações de necessidade essas reservas de energia são mobilizadas e entram na circulação sanguínea.
Hoje, ingerimos mais “energia” do que precisamos. Paradoxalmente, quem come muito açúcar fica dependente organicamente do mesmo e tende a ter menos força. Grandes consumidores de açúcar geralmente são fracos, astênicos, que não podem fazer quase nada sem usar um pouco de doce.
Aqui, num dos maiores produtores de açúcar do mundo, (Brasil) consomem-se cerca de 200 g por dia – por pessoa, o que é pouco comparado aos EUA: 400 g em média, por dia. É claro que somos obrigados a falar em termos de média de consumo, pois existem aqueles que não usam nada, até grandes viciados que usam perto de 1000 g diárias e até mais.
Mas um povo como o nosso, usando 200 g diárias per capita consome cerca de seis quilos por mês, o que admite 72 quilos por ano, e tudo isso além das necessidades metabólicas, geralmente ingeridos por puro “prazer”, ou seja: docinhos, chocolates, sorvetes, tortas, pudins, sucos ultra-açúcarados etc. Isso nos leva a consumir quase uma tonelada do pó branco em cada dez anos de vida. Então um homem de 35 anos geralmente fez passar pelo seu sangue, até hoje, cerca de três toneladas de açúcar. Perguntamos se, sinceramente, as autoridades e os profissionais ligados à saúde acham que tal abuso não causa dano algum.
Açúcar Branco Como Causa de Câncer e Doenças Modernas
Sabemos bem que o açúcar é o principal representante da alimentação industrializada moderna.
Temos consciência de que 85 por cento das doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar e por uma nutrição desequilibrada. Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa ou à colaboração para o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, distúrbios menstruais, infecções, pressão alta, prisão de ventre, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, anomalias digestivas variadas, cáries dentárias, problemas de crescimento, osteoporose, ossos fracos, doenças do colágeno, doenças de auto-agressão etc.
Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.
A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.
Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.
Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea.
Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.
Açúcar Como Fator Principal da Hipoglicemia e Diabetes
Um dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo do açúcar é a hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue. Hipoglicemia é um distúrbio que se manifesta sob variadas formas, determinando mais comumente langor, fraqueza, sensação de desmaio iminente, vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, sensação de irrealidade etc. A depressão provocada é variável, dependendo do indivíduo, podendo ser ausente ou fraca ou até mesmo extremamente forte, incapacitante.
Sabemos que muitas pessoas são tratadas pela psiquiatria e até internadas por depressão, cuja única origem é hipoglicemia, ou falta de açúcar em demasia, e se pesquisarmos, grande parte desses pacientes usa muito açúcar. O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela “queima” da glicose do sangue. Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida.
Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose proveniente do sistema porta e hepático. Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta.
O nosso organismo dispõe de um sistema de regulagem que mantém entre 70 e 110 mg de glicose em cada 100 ml de sangue. Mais insulina do que o normal vai produzir uma queda destes níveis, determinando hipoglicemia. O cérebro é o órgão mais diretamente afetado com isso, daí os mais freqüentes sintomas de depressão, tremores, agitação. O tratamento em caso de hipoglicemia é o primeiro uma boa avaliação e depois diminuição lenta do consumo de açúcar, paralelo a uma dieta bem apropriada. Quase é necessário acompanhamento médico abalizado.
A evolução natural da hipoglicemia, embora muito variável, é o diabetes. Dependendo de uma série de fatores o pâncreas pode entrar em “cansaço” após anos de produção excessiva de insulina; ele começa a produzir menos do que o necessário e como resultado começam a aumentar no sangue os níveis de açúcar, determinando uma hiperglicemia. Nesta situação os sintomas já são completamente diferentes da hipoglicemia. Aqui o paciente não sente nada, a não ser muita sede, muita vontade de urinar e talvez muita fome. O açúcar circulante começa a ser depositado e os problemas do diabetes vão surgindo.
Parece-nos importante que antes de pesquisar um vírus como causa do diabetes, que se compreenda a importância do excesso de consumo de açúcar como gênese mais direta da doença, talvez devido ao enfraquecimento biológico-imunológico que permita a penetração de um vírus. A verdade é que as estatísticas e os estudos de médicos integralistas apontam que diabéticos comuns consumiram muito doce e que diabéticos insulino-dependentes tiveram parentes que o faziam ou eram já diabéticos. Dados oficiais já apontam hoje que perto de 30 por cento da população do 1° mundo é pré-diabética e hoje cresce o número de diabéticos no mundo.
O Açúcar Branco é Apontado Como Principal Causa da Diminuição da Resistência às Infecções, Subnutrição e Morte no Terceiro Mundo
Existe muita preocupação na diminuição da mortalidade infantil no Terceiro Mundo, onde impera a desnutrição, a diarréia, e as doenças carenciais. Porém não se tem prestado atenção à presença do açúcar como fator desmineralizante e desvitaminizante, usado em abundância na dieta das crianças nos países subdesenvolvidos. Vários estudos têm mostrado que a quantidade de proteínas na dieta desses povos é freqüentemente próxima daquela apontada pela FAQ como básica para o desenvolvimento e crescimento (0,635 g por quilo de peso por dia além dos dois anos de idade).
Então acredita-se que a causa dos problemas relacionados com essas crianças seria devido à má higiene, a agentes vetoriais de doenças, verminose, falta de saneamento básico, leite materno fraco etc. Estes são estudos mais modernos, pois até agora coloca-se que a falta de proteínas na alimentação é causa determinante.
Califórnia, cientistas da Escola de Odontologia da Universidade de Loma Linda provaram que o poder bactericida dos leucócitos (capacidade das células de defesa destruírem bactérias) diminui muito quanto mais alta a taxa de açúcar no organismo.
A célula de defesa de uma pessoa que não usa açúcar é capaz de destruir cerca de 14 bactérias invasoras, ao passo que se essa mesma pessoa ingerir 24 colherinhas rasas de açúcar branco o seu leucócito é capaz de destruir apenas uma bactéria.
Existem muitos livros hoje publicados que apontam a ação negativa do açúcar. Num interessante trabalho dos Drs. Wilder e Kay, denominado “Handbook of Nutrition” encontramos a seguinte citação: “O açúcar não supre coisa alguma à nutrição, apenas calorias. As vitaminas oriundas de ouros alimentos são erosadas pelo açúcar para poder liberar calorias”.
Apesar das inúmeras provas contra o açúcar como as apresentadas aqui, verificamos a continuidade de uma intensa propaganda aconselhando seu uso e, o que é pior, médicos mal-informados permitindo e incentivando o consumo do mesmo. Temos o exemplo do Dr. L. Rosenvold que, na pág. 22 do seu livro “Nutrition for life”, afirma o seguinte: O açúcar branco é um alimento quase ideal, barato, limpo, branco, portátil, imperecível, inadulterável, livre de germes, altamente nutritivo, completamente solúvel, totalmente digerível, não requer cozimento e não deixa resíduos. Seu único defeito é a sua perfeição. É tão puro que o homem não pode viver dele.”
Hoje existem toneladas de livros escritos sobre nutrição; qualquer um julga-se capaz de publicar algo no gênero.
O Dr. Rosenvold apontou apenas duas verdades na frase acima, que o açúcar é branco e portátil... O maior absurdo da sua citação é que o açúcar é altamente nutritivo”... Curioso é que o açúcar só tem glicose, sendo pobre em tudo o mais...
O Que Usar? Não Precisamos de Açúcar?
É necessário reaprender a sentir o sabor natural dos alimentos, sem acrescentar nada. Eventualmente poderemos usar mel ou açúcar natural de cana, o mascavo, em pequenas quantidades.
Percebemos que assim teremos até mais energia do que o normal, apenas por ter evitado desgastes excessivos com ingestão de superabundância de energia química. Apenas os cereais integrais, as frutas, o legumes etc. têm a capacidade de fornecer aquilo de que necessitamos. No caso de desportistas e pessoas que produzem desgaste físico, uma certa quantidade de mel pode ser usada sem problemas.
No caso de diabéticos e hipoglicêmicos, aconselhamos o acompanhamento médico para evitar problemas mais sérios, evitando inclusive orientadores naturistas e macrobióticos que não tenham conhecimentos e experiência em termos de bioquímica e fisiologia, fisiopatologia e clínica médica.
Para pessoas que não têm grandes problemas mas querem parar de consumir açúcar, sugerimos uma eliminação lenta, gradativa, porém consciente, de doces, refrigerantes, sorvetes etc., até adotar uma dieta mais natural e equilibrada. Aproveitamos para alertar que muitos alimentos industrializados e manipulados possuem açúcar, muitos dos quais nem imaginaríamos, como: pão branco comum, pão integral de supermercados, macarrão em pacotes, enlatados, carnes condicionadas, biscoito e bolachas salgadas etc.
Para aqueles que usam adoçantes artificiais, sacarina e ciclamatos, aconselhamos abolir o hábito imediatamente, pois representam produtos muito perigosos. Apesar da comprovação de que são substâncias cancerígenas, verbas astronômicas são gastas por laboratórios interessados em pesquisa do tipo: “Ainda não conseguimos provar que adoçantes sintéticos não produzem câncer”.
Em termos de história, relativamente recente, o homem aprendeu a obter açúcar bruto (mascavo e amarelo), e somente nas últimas décadas os países desenvolvidos começaram a produzir enormes quantidades (dez mil toneladas) de açúcar branco refinado, contendo 99,75 por cento de sacarose, tornando-o um reagente químico. Lado a lado com esta depuração houve um aumento no consumo de açúcar branco atingindo, nos países altamente desenvolvidos, 100/140 g diárias por pessoa.
Tornou-se tão letal, que o nutricionista britânico Dr. A. Yudtkrin batizou seu livro sobre o problema de açúcar “Puro, Branco e Mortal” enquanto o Dr. Hall, cientista canadense, intitulou seu capítulo sobre açúcar, “O Vilão – Açúcar Refinado”.
Fonte: Dr. Márcio Bontempo Livro "Relatório Orion" (L&PM Editores - Edição: 1985)
quarta-feira, 30 de maio de 2012
"Quando a boca cala, o corpo fala"...
Chutar o pau da barraca, bem melhor que engolir
sapos, cobras e lagartos...
"Quando a boca
cala, o corpo fala"...
Artigo
interessante sobre Metafísica da Saúde.
Ou
seja, o quanto nossas emoções afetam nossa saúde e
bem-estar.
Doenças
- Seu Corpo Envia Sinais
A dor de garganta aparece quando não é possível comunicar as aflições e frustrações. Não engula desaforos, mágoas, reclamações. Saiba ter voz, seja uma pessoa assertiva, não precisa brigar! Aprenda a se comunicar e expressar seus pensamentos de maneira clara e objetiva, sem perder a paciência. Se você viver guardando seus sentimentos e pensamentos, uma hora, uma das duas coisas ocorre: pode ocorrer um problema sério na região da boca e garganta (saúde) ou você estoura e diz de uma vez só, tudo o que pensa, com raiva e ressentimentos e acaba magoando todos ao redor. Procure não acumular fatos. Assim que ocorrer algo que te desagrade, você pode chamar a pessoa que o magoou e dizer: eu admiro esta característica sua. Comece sempre com algo positivo daquela pessoa. E quando for “reclamar”, reclame de um fato, de uma atitude, não da pessoa. Diga: Não gostei quando você fez isso, pois me senti assim... Um bom líder sabe se comunicar. Elogia pessoas em público e crítica fatos em particular.
O
resfriado escorre quando o corpo não chora. Chorar
alivia, então chore sempre que sentir vontade. No
passado, a pior crença repassada por nossos antepassados
era: homem de verdade não chora. Então muitos homens
guardaram tão profundamente suas dores e sofrimentos que
acabaram cedo com sua saúde e morreram antes do tempo.
Precisamos tirar um momento para rir, chorar, brincar,
viajar, fazer exercícios físicos, dançar, curtir a vida.
Equilíbrio! E lembre-se: chorar de vez em quando, é
natural, faz bem e só mostra que você tem sensibilidade
e não tem medo de mostrar suas emoções.
O estômago arde quando as raivas
não conseguem sair, quando algo acontece e você não
aceita, não consegue digerir o fato. Ache uma
válvula de escape, grite, dê soco no travesseiro,
escreva tudo num papel e queime, pratique um esporte,
lute boxe, ache uma maneira de extravasar as emoções,
faça terapia. E se possível, elimine as pessoas
“nocivas” na sua vida.
O
diabetes invade quando a solidão dói. Mas estar
sozinho é sempre uma escolha, então se abra para o
mundo. Não espere receber amor primeiro, aprenda a dar e
receberá de volta. Se todos pararem e esperarem o outro
dar o primeiro passo, não haverá mais amor no mundo.
O
corpo engorda quando a insatisfação com o mundo
aperta. Aprenda a aceitar as coisas como elas são. Não
seja exigente demais com você, nem com o mundo. Relaxe!
Deixe a ansiedade desaparecer... O mundo é perfeito
exatamente como é. E se sua frustração refere-se a
resultados obtidos, saiba que você pode estar bem mais
próximo(a) dos seus sonhos do que imagina. Tenha
paciência, nada é impossível e o amanhã pode ser bem
melhor, dê mais uma chance para você e seus sonhos.
Antes de comer algo, pergunte-se: estou com fome de
que? Se não for uma fome física e sim algo
emocional/espiritual, não tente resolver com a comida.
Coma o que desejar, mas apenas quando estiver com fome e
esteja presente quando mastigar – foque no agora. Ao
invés de engolir desesperadamente na frente da TV, sem
sentir o gosto da comida, saboreie cada mordida, sinta o
sabor, cheire, feche os olhos, sinta a textura dos
alimentos na sua boca e tenha gratidão a ele. Se você
conseguir fazer isso, seu metabolismo funcionará
perfeitamente e tudo que não for necessário, seu corpo
expelirá.
A
dor de cabeça aparece quando as duvidas aumentam e
aparecem as críticas. Surge um desconforto como se você
estivesse vivendo um problema sem saída. Relaxe, ore,
medite, converse com alguém, peça ajuda! Confie mais em
você e na vida. Acalme-se, tenha mais fé, creia mais em
você e em Deus. Como dizem os orientais: se um problema
tem saída, resolva! E se não tem, por que se preocupar
tanto? Neste caso, aceite-o!
Problemas
na coluna indicam que você tem a sensação de que há
pessoas ao seu redor que dependem de você. É como se
você não quisesse, mas sente que tem que carregar o
mundo nas costas, pois acha que os outros são incapazes
de resolver seus problemas sem a sua ajuda. Isso não é
verdade! Todo mundo tem a capacidade para resolver as
coisas. É você quem acha isso, então liberte-se desta
crença. Acredite mais nos outros. Cada um tem o direito
de viver a vida como deseja, não queira impor seu modo
de viver a outros. Aceite as diferenças, afinal você
também quer ser aceito(a) exatamente como é, não é
mesmo?
O
coração pára quando o sentido da vida parece
terminar. Mantenha seu coração sadio, procure pontos positivos em fatos passados e atuais. Dê mais sentido
aos fatos. Você já reparou que tudo tem seu lado
positivo? Basta saber procurar... E sempre tenha planos
ousados e divertidos para o futuro, isso o manterá vivo
e “motivado”, com o coração leve e saudável.
A
alergia aparece quando o perfeccionismo fica
intolerável. Ninguém consegue manifestar perfeição, pois
é impossível até mesmo defini-la. Quem poderia citar o
que seria mundialmente considerado perfeito? Aceite-se e
aceite o mundo exatamente como ele é. Pare de querer
controlar tudo. São as diferenças e as pequenas
imperfeições que fazem do mundo um lugar tão
maravilhoso... Isso vale para seu corpo também.
Aceite-se exatamente como é, seu corpo é o templo da sua
alma. Se existir algo que queira mudar em seu corpo,
faça; mas não deixe que sua felicidade e amor próprio
dependam disso. Se você está num relacionamento e seu
parceiro(a) não está satisfeito com seu corpo, mude de
parceiro. Afinal, você é muito mais maravilhoso e
especial do que seu corpo físico. Você é a
auto-manifestação de Deus na terra. E pode ter certeza:
existem muitas pessoas que gostariam de estar com você!
Para você ser completamente amado e aceito por alguém,
comece se aceitando e se amando e isso ocorrerá
naturalmente.
As
unhas quebram, os cabelos e a pele perdem a força e
o brilho quando as defesas ficam ameaçadas. E isso
acontece quando você está se sentindo deprimido, sem
vontade de seguir além... Se estiver com depressão,
procure os amigos, familares e/ou ajuda médica. Deseje
melhorar, leia bons livros, assista a programas
divertidos, instrutivos e/ou inspiradores, tenha um
tempo só pra você, faça coisas de que gosta,ria em
frente ao espelho, divirta-se! Insira mais
diversão na sua vida, isso só depende de você!
O
peito aperta quando o orgulho escraviza. Você não é
vítima do mundo. Ninguém é, a menos que se coloque nesta
posição. Para todo ditador, existe um ou vários
submissos. Não tenha pena de você, pelo contrário,
orgulhe-se de ser a pessoa que é. Encontre
características positivas suas. Se estiver difícil,
pergunte a amigos e familiares, pode ter certeza de que
você ficará muito feliz com o feedback deles. E escreva
num caderno para se lembrar e comece a fazer as suas
anotações positivas sobre você, as pessoas e fatos ao
redor.
A
pessoa enfarta quando sente a ingratidão e estresse.
Procure não exigir tanto das pessoas. Quando fizer algo
pequeno, médio ou grande por alguém, não espere algo em
troca. A pessoa pode não retribuir da maneira que você
deseja e você envenena seu coração com raiva e
sentimento de frustração e ingratidão. Na maioria das
vezes a pessoa nem imaginava o quanto isso era
importante pra você, é a sua visão que coloca este peso.
Não deixe que suas exigências de como os outros devem se
comportar atrapalhe a sua saúde e felicidade. Você pode
ter feito coisas que magoaram muitas pessoas e você nem
imagina. Perdoe SEMPRE! E perdoe-se!
A
pressão sobe quando o medo aprisiona. Mas medo de
que? Muitas vezes o medo é irracional. A menos que você
esteja realmente numa situação perigosa (perdido em alto
mar, sem socorro á vista, seu avião caiu no meio da
Amazônia e você está perdido, sozinho e machucado,
etc...) a menos que a adrenalina gerada seja algo que
pode te ajudar a reagir corretamente numa situação de
emergência, acalme-se! Faça a pergunta: E se este fato
que eu receio realmente venha a ocorrer, qual é a pior
coisa que poderia me acontecer? Faça as pazes com todas
as possibilidades. Se você não tem controle sobre algum
fato, solte-o! Entregue a Deus, ore, medite, relaxe... E
entregue ao universo. Cuidado com os 15 minutos antes de
dormir, não tenha medo do amanhã, confie de que tudo
ocorrerá da melhor maneira, entregue o problema a Deus e
durma bem. Muitas vezes ao acordar, o problema terá
diminuído ou até desaparecido, pois muitos dos nossos
medos são irreais.
As
neuroses paralisam quando a"criança interna"
tiraniza. Quando você repetidamente não consegue
realizar sonhos e projetos importantes, acaba se
frustrando, sente que não tem controle ou que o mundo
está contra você. Neste momento, tudo parece ser um
empecilho, você vê um mundo perigoso e injusto e se
sente como uma criança sozinha e desamparada,
despreparada para lidar com as situações. Mas você não é
mais uma criança, é um adulto e tem força e capacidade
para resolver e realizar qualquer coisa que deseja,
procure ajuda, mude e seja feliz! Muitas pessoas
procuram remédios físicos quando na verdade precisam
mudar suas atitudes, pensamentos e sentimentos.
A
febre esquenta quando as defesas detonam as
fronteiras da imunidade. Se sua temperatura subiu,
você está se sentindo sem forças para lidar com as
situações. Não se compare com outras pessoas, não pense
que só você tem problemas ou que existem pessoas
sortudas e pra você, nada dá certo. Isso não é verdade!
Todos temos problemas, o que muda é como os encaramos e
resolvemos. Você é capaz de resolver qualquer situação.
Dê uma chance para você e seus sonhos grandiosos... Não
seja tão exigente, deixe que tudo ocorrerá no tempo de
Deus. Equilibre seu organismo, equilibrando suas
emoções. O câncer se instala quando
a pessoa guardou mágoas e rancores por toda uma vida. É
como se aqueles sentimentos estivessem comendo a pessoa
de dentro pra fora. É por isso que não adianta curar
apenas com remédios, é preciso aprender a perdoar as
pessoas, principalmente a si mesmo e seguir em frente,
vivendo no presente, com planos concretos para o futuro.
Perdoar é um processo, pode levar tempo, mas nada é tão
belo e transformador do que o perdão, ele liberta a
alma, a pessoa se renova e se cura.
Para todos
os casos acima, 15-20 minutos de oração/meditação
ou uma
respiração profunda e lenta ao acordar podem fazer
“milagres"...
Experimente
começar o dia em paz e harmonia,
seu corpo
agradece e você verá o resultado na sua vida em geral.
Tente,
é de graça, e pode salvar a sua
vida!
sábado, 12 de maio de 2012
Telescópio registra energia muito alta de objetos desconhecidos
Telescópio registra energia muito alta de objetos desconhecidos
O olho humano é fundamental para a astronomia. Sem a capacidade de ver, o universo luminoso das estrelas, planetas e galáxias seria fechado para nós, e permaneceria desconhecido para sempre. No entanto, os astrônomos não podem se contentar apenas com o que veem e buscam no invisível a grande revelação cósmica.-
-
Além do âmbito da visão humana há um espectro eletromagnético inteiro
de fascinação. Cada tipo de luz, desde as ondas de rádio até os raios
gama, revela algo único sobre o Universo. Alguns comprimentos de onda
são melhores para estudar os buracos negros, outros podem revelar
estrelas recém-nascidas e planetas enquanto outros nos mostram os
primeiros anos da história cósmica.
Para pesquisar esse universo de possibilidades são usados os mais diversos tipos de telescópios, capazes de vasculhar de ponta a ponta todo o espectro eletromagnético. Um desses instrumentos é o Telescópio Espacial Fermi, que opera no comprimento dos raios gama e que acaba de cruzar uma nova fronteira espectral.
"Fermi está registrando fótons "malucos", altamente energéticos", disse o astrofísico Dave Thompson, ligado ao Goddard Space Center, da Nasa. "Ele está detectando tantos deles que nos possibilitou criar esse mapa, que mostra todo o céu a partir do limite das energias muito altas, na região entre 10 e 100 bilhões de eletrons-volt", disse o cientista.
- Apesar da descoberta das emissões, a origem de
cada uma delas ainda é um mistério. Segundo Thompson, cerca de um terço
das novas fontes catalogadas não pode ser claramente associada a
qualquer tipo conhecido de objeto que produz raios gama. "Nós não temos
ideia de onde partem essas emissões", disse Thompson.
As outras fontes, no entanto, são conhecidas e têm algo em comum: a brutal energia. Entre elas estão os buracos negros supermassivos, chamados blazares, os restos de explosões de supernovas ou estrelas de nêutrons em rápida rotação, conhecidos como pulsares.
Alguns dos raios gama parecem vir das "Bolhas de Fermi" - estruturas gigantes que emanam do centro da Via Láctea e que abrange cerca de 20 mil anos-luz acima e abaixo do plano galáctico. Até agora, a formação dessas bolhas é um verdadeiro mistério, mas que poderá começar a ser revelado com o estudo do novo mapa.
"Nos próximos anos, Fermi deverá revelar algo novo sobre todos esses fenômenos, o que os forma e porque eles geram esses níveis de energia verdadeiramente sobrenaturais", disse David Paneque, um dos principais estudiosos do fenômeno junto ao Instituto Max Planck, na Alemanha.
site:www.apolo11.com
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
VIMANAS - AS NAVES DOS DEUSES
Vimanas
O Império Rama existiu há pelo menos 15.000
anos atrás, no norte da Índia. Aparentemente, existiu paralelo à
civilização atlante (que, pelos cálculos de Platão, deve ter sido
destruída há 12.000 anos atrás). Possuía cidades sofisticadas, muitas
ainda a serem encontradas no deserto do Paquistão, norte e nordeste da
Índia. Algumas cidades com 5.000 anos já foram encontradas por
arqueólogos, e são literalmente inexplicáveis.
Numa época em que as
pessoas deveriam estar vivendo em tendas (se formos nos basear pelo
Egito) essas cidades já possuíam sistema de irrigação, esgoto, largas
avenidas e iluminação pública. E o mais fascinante: quanto mais escavam,
mais encontram vestígios de outras cidades, ainda mais antigas, e ainda
mais modernas! Infelizmente os pesquisadores se defrontaram com um
lençol d'água e não podem cavar mais.
As sete grandes capitais do Império Rama são conhecidas nos textos Védicos como As sete cidades Rishi.
De acordo com os textos, esse povo utilizava-se de máquinas voadoras que eram chamadas de Vimanas.
Ele voava na "velocidade do vento" e produzia um "som melodioso". Decolavam verticalmente e podiam pairar no ar, como um helicóptero. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de Vimanas: Um dos tipos é descrito exatamente como imaginamos um disco voador "clássico": circular, com portinholas e um domo. Outros em forma de pires, e outros ainda como um longo cilindro (em forma de cigarro). Todos batem exatamente com descrições de discos voadores feitas no mundo todo, por pessoas que com certeza desconhecem os Vedas.
De acordo com os textos, esse povo utilizava-se de máquinas voadoras que eram chamadas de Vimanas.
Ele voava na "velocidade do vento" e produzia um "som melodioso". Decolavam verticalmente e podiam pairar no ar, como um helicóptero. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de Vimanas: Um dos tipos é descrito exatamente como imaginamos um disco voador "clássico": circular, com portinholas e um domo. Outros em forma de pires, e outros ainda como um longo cilindro (em forma de cigarro). Todos batem exatamente com descrições de discos voadores feitas no mundo todo, por pessoas que com certeza desconhecem os Vedas.
Os textos antigos sobre os Vimanas são muitos, e envolvem desde a
construção de um Vimana até manuais de vôo dos vários tipos de naves,
alguns dos quais foram traduzidos para o inglês.
O Samara Sutradhara é um tratado científico lidando
com todos os aspectos possíveis dos Vimanas. São 230 tópicos lidando com
construção, decolagem, vôos cruzeiros, aterrissagem normal, forçada, e
até mesmo a possibilidade de colisão com pássaros (!)
Em 1875 foram redescobertos manuscritos do século 4 a.C. escritos por
Bharadvajy, "o sábio",que utilizou textos ainda mais antigos como base.
Chama-se Vymaanika-Shaastra, e lida com a forma de
pilotar os Vimanas, precauções com vôos longo, proteção contra
tempestades e relâmpagos, e como voar com a energia solar. Possui 8
capítulos com diagramas que mostram os tipos de naves, incluindo
aparatos que nunca quebravam ou se incendiavam.
Também menciona 16 materiais que absorvem luz e calor, essenciais para
a construção dos Vimanas.
Este documento foi traduzido para o inglês com o nome VYMAANIDASHAASTRA AERONAUTICS, por Maharishi Bharadwaaja, impresso e publicado por Mr. G. R. Josyer, Mysore, India, em 1979.
O Ahnihotra-Vimana possuía dois motores, enquanto o Vimana-elefante
possuía mais (outros tipos levavam nomes de outros animais, como o
Íbis). A propulsão dos Vimanas é envolta em controvérsia. Em uns textos
diz ser movida por um líquido amarelo-esbranquiçado (gasolina?), e
algumas vezes por um tipo de composto de mercúrio. Em outro ainda é
movida por pulsos (vibração).
Interessante notar que os nazistas desenvolveram motores baseados em
pulsos para as suas bombas V-8. Hitler era especialmente interessado na
Índia, e mandava expedições para lá e para o Tibet, ainda nos anos 30.
Diz-se, inclusive, que eles conseguiram reproduzir o Vimana e fugiram
com ele para a Antártida, para formar o 4º Reich (pessoalmente não
acredito nisso, mas que eles estavam tentando fazer, estavam. Tem
inclusive com fotos dos esquemas alemães de construção que foram
capturados pelos aliados).
De acordo com o Dronaparva e o Ramayana, partes do gigantesco épico Mahabarata,
um Vimana é descrito como uma esfera que se movia à grande velocidade,
em todas as direções, impulsionada por um "vento poderoso" gerado por
mercúrio. No Samar, outro texto Hindu, os Vimanas são
"máquinas de aço sem emendas, com uma descarga de mercúrio que saía da
traseira na forma de uma forte labareda."
Curiosamente, cientistas soviéticos descobriram o que eles chamam de
"antigos instrumentos de navegação para veículos cósmicos" em cavernas
no Turquistão e no deserto de Gobi. Os aparelhos são objetos esféricos
de vidro ou porcelana, que terminam num cone com um pingo de mercúrio
dentro.
Acredita-se que o povo Hindu voou nesses veículos por toda a Ásia,
Atlântida e - aparentemente - para a América do Sul. Escritos achados em
Mohenjodaro, no Paquistão (presumivelmente uma das "7 cidades Rishi do
Império Rama") e ainda não decifrados, também foram encontrados em outro
lugar do mundo: Ilha de Páscoa!! Essa escrita, chamada de Rongo-Rongo (também não-decifrada) é incrivelmente similar à de Mohenjodaro.
Voar nessas máquinas não era uma exclusividade dos Hindus: O Hakatha
(Leis dos Babilônicos) atesta que "o privilégio de operar uma máquina
voadora é grande. O conhecimento do vôo é uma das nossas heranças mais
antigas. Um presente dos que vieram do alto. Nós o recebemos como um meio para salvar muitas vidas."
Infelizmente todo conhecimento é sempre usado para a guerra. Os
Atlantes, de acordo com os textos Hindus, usaram suas máquinas voadoras,
chamadas de Vailixi, para subjugar o mundo. Eram conhecidos como Asvins e aparentemente eram mais avançados tecnologicamente que os Hindus, e certamente mais bélicos.
"Gurkha, voando a bordo de um Vimana de grande potência, lançou sobre
a tríplice cidade um projétil único, carregado com a potência do
Universo. Uma coluna incandescente de fumaça e fogo semelhante a 10 mil
sóis se elevou em seu esplendor. Era uma arma desconhecida, o Raio de ferro,
um gigantesco mensageiro da morte,que reduziu a cinzas toda a raça dos
Vrishnis e dos Andhakas. Os corpos ficaram tão queimados que se tornaram
irreconhecíveis;
Os cabelos e unhas dos que sobreviveram caíram; A cerâmica quebrou sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos;
...Após algumas horas todos os alimentos estavam infectados...
...para escapar do fogo os soldados se jogaram nos rios,para lavarem-se e aos equipamentos."
Os cabelos e unhas dos que sobreviveram caíram; A cerâmica quebrou sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos;
...Após algumas horas todos os alimentos estavam infectados...
...para escapar do fogo os soldados se jogaram nos rios,para lavarem-se e aos equipamentos."
Quando a cidade de Mohenjo-Daro foi escavada por arqueologistas no século 19, eles acharam esqueletos estirados nas ruas, alguns deles de mãos dadas, como se estivessem esperando a morte. Estes esqueletos estão entre os mais radioativos já encontrados, similares aos de Hiroshima e Nagasaki.
Cidades antigas, cujos muros e calçadas foram literalmente vitrificados
podem ser encontradas na Índia, Irlanda, Escócia, França e Turquia. Não
há explicação lógica para isso, pois é necessário um intenso calor,
semelhante ao de um ataque atômico, para derreter e vitrificar esses
blocos de pedra.
Mas Mohenjo-Daro - que foi projetada em quarteirões e com um sistema
de encanamento superior aos usados na Índia e Paquistão atualmente -
possuía espalhado nas ruas várias "formas negras de vidro". Descobriu-se
depois que essas formas nada mais eram do que potes de argila que
derreteram e vitrificaram sob intenso calor!
É interessante notar que, quando Alexandre "O Grande" invadiu a Índia
(há mais de 2000 anos atrás) seus historiadores relatam que, num certo
ponto da batalha foram atacados por "brilhantes escudos voadores" que
mergulharam contra o seu exército e assustaram a cavalaria.
Outras armas fantásticas, presentes no Mahabharata, são o Dardo de Indra,
operado através de um "refletor" circular. Quando ligado, produzia uma
"coluna de luz" que consumia tudo o que tocava. É o que hoje nós
conhecemos por "laser" (Isso me lembra Austin Powers 2!). Em outro trecho do poema o herói (Krishna) está perseguindo seu inimigo, Salva,
no céu, quando o Vimana de Salva fica invisível (assim como os UFOs
fazem hoje em dia). Krishna imediatamente usa mão de uma arma especial:
"Eu rapidamente disparei uma flecha incandescente, que matava guiando-se
pelo som". (James Bond não faria melhor... e isso foi escrito há mais de 6.500 anos!)
Fonte:
Vedic Theories of Creation - Vimanas (Traduzido e adaptado)
Vedic Theories of Creation - Vimanas (Traduzido e adaptado)
| Aparelhos Voadores na Índia Antiga |
| http://www.cubbrasil.net/index.php?option=com_content&task=view&id=148&Itemid=89 | |
APARELHOS VOADORES NA ÍNDIA ANTIGA
«No
Rig-Veda conhecem-se hinos dedicados aos gêmeos divinos «Aswins», aos
«Rbhus» e a outras divindades. Nesses hinos manifestam-se os primeiros
indícios de certas carruagens capazes de sulcar os ares levando a bordo
seres vivos. Esses veículos voadores recebem a designação de «rathas»
pela primeira vez no Rig-Veda (a tradução literal daquele vocábulo é
«veículo» ou «carro»). Os «Rbhus» construíram um carro voador para os
gêmeos «Aswins», que apareciam como médicos dos deuses.
Este
carro voador era extremamente cômodo. Podia voar-se com ele por todos os
lados e mesmo atravessar as camadas superiores de nuvens e percorrer o
céu». No hino refere-se que esses carros voadores eram mais rápidos que o
pensamento.
O aparelho voador tinha grandes dimensões, era
composto por 3 partes e era triangular. Requeria pelo menos 3 pessoas ao
seu serviço. O veículo dispunha de 3 rodas que se recolhiam durante o
vôo. Acrescenta-se que o carro voador possuía 3 «pilastras».
Normalmente
o veículo voador era construído no Rig-Veda com metais como ouro, prata
ou ferro, mas o mais utilizado segundo os textos vedas era o ouro cujo
brilho maravilhava. Cravos ou objetos parecidos com pregos mantinham o
carro unido. Para fazer andar os supracitados carros celestes de combate
utilizavam-se fluidos cujos nomes não têm hoje tradução correta. As
palavras madhu e anna significam mais ou menos «mel» e «fluido».
O
carro evoluía com mais leveza que um pássaro dos céus, saía disparado
em direção à Lua ou mesmo ao Sol e pousava na Terra com enorme estrondo.
Convém referir que no Rig-Veda se mencionam diversos tipos de
combustível conservados em recipientes diferentes entre si. Ao mesmo
tempo especifica-se que o veículo ia para o céu sem qualquer ajuda de
«tração animal».
Quando o veículo descia das nuvens, juntavam-se
em terra grandes multidões para presenciar a aterragem. Sem contar com
os referidos pilotos, o veículo celeste acomodava o rei Bhujyu, salvo do
naufrágio, a filha de Surya e a mulher Sandra, e ainda mais três
pessoas. Por conseguinte, a carruagem podia levar um total de 7 ou 8
pessoas. Além disso tinha características anfíbias, pois podia pousar
sobre o mar sem sofrer qualquer dano, e dali alcançar a costa.
No
Rig-Veda 1.46.4. são mesmo referidos três carros de combate voadores
que entraram em ação em diversas operações de salvamento. Enumeram-se
trinta ações heróicas ou mais, entre as quais o resgate em naufrágios e
cavernas, em formações inimigas e câmaras de tortura. Segundo as
descrições do Rig-Veda, esses carros especiais de combate devem ter sido
muito espaçosos, executavam as mais diversas operações e as suas
descolagens faziam-se com enorme estrondo. Por outro lado, as suas
aparições eram grandiosas.
Algumas palavras nos textos vedas
requerem uma atenção muito especial devido ao espinhoso nexo casual.
Essas palavras são madhu, anna, trivi e trïbandhura. A palavra madhu
significa mais ou menos «mel» em sânscrito clássico, e no entanto no
dicionário equivale também a «soma» ou «substância fluida».
Anna,
que normalmente se refere ao arroz cozido, representa aqui o suco do
arroz fermentado. Presume-se que queira significar uma mistura líquida
de álcool e suco soma, que se conserva e emprega como combustível. Aqui
há ainda outra coisa curiosa, a saber, o veículo voador deixava rasto de
rodas quando se movia por terra. Certos aparelhos voadores descolavam e
aterravam dentro de um horário determinado: 3 vezes durante o dia e
outras 3 durante a noite.
Na passagem 1.166.4-5 do Rig-Veda, o
vôo dos marut tem ares de realidade. Os edifícios abanavam, os arbustos e
as árvores pequenas ficavam desenraizados, cavernas e colinas
multiplicavam o eco da estrondosa descolagem, e o céu parecia como se se
enrugasse e desfizesse em bocados com o fragor ensurdecedor do veículo
voador.
A este respeito gostava de dizer qualquer coisa sobre a
palavra Vimana, como perito. Esta aparece pela primeira vez na acepção
de veículo voador no Yajur-Veda, 17.59. Antes, o vocábulo tinha tido
diversas aplicações, por exemplo, «aerotermo», «calculador do dia» ou
«criador do céu». Em todas estas acepções, a palavra está relacionada
com a vastidão do firmamento e a sua medição. Ora bem, no Yajur-Veda
17.59 e segs. descreve-se taxativamente o Vimana como veículo voador.
Essa palavra nesses versos empregada no nominativo representa qualquer
coisa que «enche de esplendor o firmamento», «ilumina toda a região»,
«contém uma substância fluida» e pode seguir o nascer do Sol e o
pôr-do-sol, bem como da Lua. Na literatura clássica e em todos os
puranas, vimana é o nome genérico para designar um veículo voador.
Os
seguintes extratos da epopéia épica Ramayana demonstram como se
empregam os vocábulos vimana e ratha para designar objetos voadores:
«E
ele subiu, juntamente com Khara, para o veículo voador que estava
decorado com jóias e rostos de demônios. Este moveu-se com um estrondo
semelhante ao trovão vindo das nuvens.» (3.35.6-7)
«Sobe para
esse veículo adornado com jóias que pode andar pelo ar. Depois de ter
seduzido Sita (a mulher de um rei) podes ir onde quiseres; levá-la-ei,
pêlos caminhos do ar, até Sri Lanka (hoje Ceilão). Assim, Ravana e
Maricha subiram para o veículo aéreo que se assemelhava a um palácio
(«vimana») (3.42.7-9)
«Tu, infame, julgarás poder alcançar o bem-estar através desse veículo aéreo?» (3.30.12)
«Então
o próprio veículo aéreo que tem a velocidade do pensamento apareceu de
novo em Lanka com as pobres Sita e Trijata.» (4.48.25-37)
«Este é o notável veículo aéreo puspaka, que brilha como o Sol.» (4.121.10-30)
«O objeto voador adornado com um cisne elevou-se no ar entre ruídos ensurdecedores.» (4.123.1)
«Todas as mulheres no harém do rei Sugriva concluíram rapidamente as decorações e subiram para o aparelho aéreo.» (4.123.1-55)
Os
textos do Ramayana descrevem veículos celestes que acabam em bico,
movem-se com extraordinária rapidez e têm uma carapaça que reluz como o
ouro. Os veículos celestes continham diversas câmaras e mostravam
pequenas janelas enfeitadas com pérolas. No seu interior havia salas
cômodas e ricamente decoradas. Os andares inferiores estavam dotados de
vidros, e todo o espaço interior tinha tapetes e paredes revestidas. Os
veículos eram muito espaçosos e tinham acessórios luxuosos.
Os
veículos aéreos descritos no Ramayana podiam transportar 12 pessoas.
Partiam do Sri Lanka de manhã e chegavam a Ayodhaya à tarde, depois de
aterragens intercalares em Kiskindhya e Vasithasrama. Assim, esses
veículos cobriam uma distância de uns 2.800 quilômetros em 9 horas. O
que equivale a uma velocidade de 320 Km/h. A palavra vimana emprega-se
nas passagens citadas para designar o veículo voador, com exceção de
dois casos.
As passagens até agora expostas não permitem inferir
que uns seres «divinos» ou «celestiais» tivessem conduzido aqueles
veículos celestes. As construções voadoras foram utilizadas por pessoas
do topo da hierarquia, digamos, famílias soberanas ou chefes militares.
No entanto, em toda a literatura sânscrita faz-se constar repetidas
vezes que a técnica de construção de objetos voadores provém dos deuses.
Ainda assim, estabelece-se uma clara distinção entre os deuses nas suas
gigantescas cidades espaciais e as pessoas eleitas que podem visitar
essas cidades apenas em casos excepcionais.
Assim, quando se
descreve a viagem de Arjuna ao céu diz-se que Arjuna deve atravessar
muitas regiões celestes e de passagem apercebe-se de centenas de outros
veículos aéreos. Alguns desses veículos aéreos encontram-se em pleno
vôo, outros sobre o chão, e outros ainda a ponto de se elevarem.
Os
textos do Sabhaparvan proporcionam indicações pormenorizadas sobre
esses «seres celestes». Segundo parece, estes chegaram à Terra em tempos
remotos para estudar os humanos. Moviam-se à vontade pelo espaço e
sobre a terra. Descrevem-se diversas construções chamadas «sabha» que
traçavam as suas órbitas no céu, pausadamente, como os satélites atuais.
Do interior desses satélites gigantescos que hoje se chamariam
construções ou cidades espaciais saíam, a voar, «vimanas» de tipos muito
diversos. Essas construções espaciais eram de um tamanho gigantesco e
brilhavam como prata, no céu. Continham víveres, bebidas, água e todas
as comodidades da vida concebíveis, assim como armas horríveis com a sua
munição.
Uma dessas cidades espaciais que giravam
permanentemente sobre o próprio eixo chamava-se Hiranyapura, o que se
pode traduzir como «cidade do ouro». Tinha sido construída por Brama
para as «diabas» Pulama e Kalaka. Esta cidade espacial era inexpugnável,
e as duas diabas alcançavam êxitos tais com a sua defesa que até os
próprios deuses se mantinham a uma distância prudente da cidade
espacial.
Contudo, acabou por correr uma batalha. Os capítulos
168, 169 e 173 do Vanaparvan (parte integrante do Mahabharata)
descrevem-na. Arjuna, o herói divino do Mahabharata, tinha uma dívida
pendente para com as diabas da cidade espacial, que se multiplicavam de
forma alarmante. Quando Arjuna se aproximou da estrutura espacial, as
diabas defenderam-se com armas prodigiosas.
Eis aqui um extrato:
«Houve
uma batalha espantosa, durante a qual a cidade aérea saiu disparada
para o céu e depois aproximou-se de novo da terra enquanto oscilava de
um lado para o outro. Depois de uma luta longa e estrondosa, Arjuna fez
um disparo tão destruidor que a cidade rebentou em bocados e estes
caíram na terra, um a seguir ao outro. As diabas sobreviventes surgiram
das ruínas e continuaram a combater, obstinadas. Por fim todas as diabas
foram aniquiladas. Indra e os restantes deuses engrandeceram Arjuna
como herói.»
No Vanaparvan há ainda outras cidades
espaciais que giram sobre os próprios eixos. Chamam-se Valhayasi,
Gaganacara e Khekara. No Sabhaparuan descrevem-se estruturas muito
peculiares que o deus Maya fez construir e transportar para essas
cidades espaciais. (A designação dessas estruturas é insusceptível de
uma tradução clara. Da raiz pode inferir-se qualquer coisa como «espaços
repletos». Parece significativo a este respeito o fato de que estações
orbitais autênticas girassem em volta da Terra e tivessem aberturas que
serviam de hangares para dar entrada a objetos voadores menores. Estas
descrições antigas assemelham-se aos projetos e esboços atuais para a
construção do habitat espacial.
Por um lado, os objetos voadores
partiam do habitat espacial em direção à Terra, e por outro esses mesmos
veículos voadores eram construídos na própria Terra. A maior parte
deles recebia o nome de vimana. Só no Mahabharata há 41 passagens onde
os «vimana» voadores são mencionados.
Muitas vezes torna-se
difícil distinguir entre os vimanas procedentes das cidades espaciais e
os construídos na Terra. Talvez os parágrafos que se seguem sirvam para o
confirmar:
Os deuses criaram esse dispositivo mecânico com uma finalidade concreta.
A pessoa eminente que subiu para o veículo celeste teve a admiração dos deuses.
Ah,
Uparicara Vasu! A espaçosa máquina voadora irá até ti, e se te
acomodares nesse veículo, serás o único ser humano a assemelhar-se a uma
divindade.
Através do feitiço de uma oração, o deus Yama foi para Kunti num veículo aéreo.
Ah,
descendente de Kurus, essa pessoa malévola desceu dessa carruagem
voadora que pode mover-se para frente por todos os lados e é conhecida
como «saubhapura».
Quando ele desapareceu do campo visual dos
mortais, elevando-se muito alto no céu, distinguiu milhares de veículos
aéreos estranhos.
Ele, o predileto de Indra, entrou no palácio
divino e viu milhares de veículos voadores para os deuses, uns postos de
lado, outros em movimento.
Os grupos de marut chegaram em
veículos aéreos divinos, e Matali, depois de ter falado desta maneira,
levou-me (Arjuna) na sua carruagem voadora e mostrou-me os outros
veículos aéreos.
Do mesmo modo, os homens movem-se pelo céu em
veículos aéreos que eles próprios decoram com cisnes e são tão cômodos
como palácios.
O grande senhor proporcionou-lhe um veículo aéreo que se movia sozinho.
Em
diversas passagens dos significativos textos pertencentes à literatura
budista, encontra-se o conceito «vimana» com o significado de veículo
aéreo. Por exemplo, no Vimana Vatthu, parte integrante do Mahavamsa,
citam-se os soberbos lugares chamados vimanas que serviam de morada para
os espíritos venturosos.
Também se fala de um palácio rutilante
que se balança no ar. Alguns eruditos tendem a interpretar o conceito
vimana na literatura budista como palácio que servia de morada a deuses e
espíritos venturosos. No entanto, a palavra vimana emprega-se muito
raramente em relação a moradas humanas. Assim, a expressão vimana
representa claramente um veículo aéreo, na primeira parte do Sulavamsa. A
descrição textual é a seguinte:
«A gigantesca cidade estava
repleta de centenas de carruagens aéreas feitas com ouro, pedras
preciosas e pérolas, pelo que se assemelhava a um firmamento estrelado.»
A maior parte da literatura budista entende o conceito vimana
com o significado de um palácio ou carruagem aérea celeste e locomóvel. E
com este sentido que o utilizam a literatura veda e os purana, e mais
tarde a literatura clássica. Três exemplos bastam para o ilustrar:
A grande divindade desceu da carruagem aérea.
O veículo aéreo divino governado por Matali chegou do céu.
Quando o rei Supama foi jogar dados, a sua mulher Susroni desceu do veículo aéreo.
Nas
obras de Kalidasa encontra-se outra referência autêntica aos veículos
voadores. Este escritor da Índia antiga descreve com minuciosidade
gráfica e precisão científica o vôo realizado por Rama do Sri Lanka até
Ayodhaya:
«Quando ele alcançou as alturas, abriu-se à sua vista o
cenário panorâmico do mar ondulante, dos animais marinhos e das
formações subaquáticas. O contorno do mar parecia a aresta de uma
apertada roda de ferro.»
«A carruagem aérea moveu-se para cima e
para baixo muitas vezes, entre as nuvens, de seguida desceu às camadas
mais baixas, onde voam pássaros, e depois subiu de novo para as 'rotas
dos deuses'.»
«Após uma travessia sobre parte do oceano, alguns
rios, lagos e uma ermida, a carruagem aérea celeste pousou em
Uttarakosala. Os humanos que se juntaram junto ao lugar onde ficou
imóvel contemplaram-no estupefatos, Rama abandonou-o por uma elegante
escada de metal resplandecente.»
«Depois do encontro, Rama e
Bharata, acompanhados por outros, subiram pela mesma escada para o
veículo celeste engalanado com bandeirolas. Bharata rendeu homenagem a
Shita, que estava sentada no interior do aparelho voador.»
«O
veículo voou lentamente cerca de um quilometro, a seguir apressou o
andamento e pouco depois alcançou Ayodhaya, a capital de Rama.»
Em
suma, uma descrição muito gráfica de uma viagem aérea ao longo de 2.900
Km, mais ou menos. Concretamente desde o Sri Lanka até Ayodhaya,
passando por Setubandhan, Mysore e Allahabad. Kalidasa menciona alguns
pormenores desconcertantes que nos fazem pensar em vão. Quando o rei
Dusyanta desceu do veículo aéreo de Indra, observou atônito que as rodas
do veículo não levantavam pó nem faziam barulho, embora todas elas
girassem. Estupefato, percebeu que nenhuma das rodas tocava no chão.
Matali indicou que isto se devia à qualidade superior do veículo de
Indra. Isto confirma a suposição de que há duas categorias de veículos
aéreos: os fabricados e utilizados pelos deuses; e os procedentes de
oficinas terrestres .
A história dos dois irmãos Pranadhara e
Pajyadhara exemplifica a construção terrestre de veículos aéreos,
automáticos e independentes. O veículo que ambos construíram conseguiu
percorrer 3200 quilômetros sem parar; e os heróicos irmãos abandonaram o
seu país nesse aparelho voador para alcançar um continente remoto.
Nesse
mesmo relato são descritos uns autômatos mecânicos com aparência
humana. Por último, na mesma fonte é narrada a viagem do rei
Narabahanadutta num gigantesco veículo aéreo. Esta carruagem celeste
colossal podia transportar umas mil pessoas, e segundo se conta tinha
levado muitos humanos para Kausambi.
O Kattrasaritsagar é uma
coleção de crônicas de diversas épocas que contém tradições históricas e
lendas de tempos pretéritos. Também lá se fala de um veículo aéreo que
«nunca precisava de encher os depósitos» e transporta pessoas para um
país longínquo que ficava para lá dos mares. Dessas histórias
tradicionais e sagas infere-se que os homens da Índia antiga conheciam a
máquina voadora nas suas mais diversas versões. Acrescentemos apenas
isto: do mesmo modo, há incontestáveis indicações sobre dispositivos
técnicos e mecânicos como clepsidras, autômatos, aparelhos de rega
mecânicos, pássaros artificiais e produção de nuvens artificiais.
Segundo
refere o Mahabharata, Viswakarma e outros, concretamente os chamados
descendentes dos deuses, em busca das origens dessa antiqüíssima ciência
de voar, agiram como «arquitetos principais dos deuses» e fabricaram
carruagens voadoras. Uma parte desse saber chegou até aos homens.
Há
uma informação adicional no Sabhaparvan do Mahabharata em que se alude a
Maya, o arquiteto-chefe dos «demônios», dizendo que não só projetava
máquinas voadoras mas também cidades espaciais gigantescas, conhecidas
pelo nome de «gaganacarasabha».Além disso, alguns palácios maravilhosos
levavam a marca do seu saber como projetista. Se se seguir esse rasto
até ao fim descobrir-se-á nos textos do Samaranganasutradhar que o
próprio Brama em tempos imemoriais construiu cinco naves aéreas muitos
espaçosas que tiveram mesmo um nome (1 Vairaja, 2 Kailasa, 3 Puspaka, 4
Manika, 5 Tribistapa.
Os donos dessas prodigiosas naves ou
cidades aéreas foram Brama, Xiva, Yama e Indra. Na mesma obra formula-se
um princípio fundamental da construção de palácios que tem uma
importância decisiva para os templos indianos. Ao fim e ao cabo
representa categoricamente o critério de que templos e palácios foram
construídos como cópias arquitetônicas de carruagens aéreas celestes.
Em
diversas obras, por exemplo no Manasara do século VII DC., é confirmada
essa informação arcaica. Paleios e templos harmonizam-se com os antigos
veículos voadores pela sua projeção horizontal e edificação. Os templos
gigantescos foram reproduções reduzidas das formidáveis estruturas
espaciais, e os pequenos templos locais simbolizam as carruagens
voadoras dos seres subalternos. Assim se traçou uma divisória muito
clara entre os veículos celestes utilizados pelos deuses e os dos
mortais. Com essas antiqüíssimas tradições indianas põe-se a questão de
saber se os seres divinos que subiam para os aparelhos voadores tinham
corporeidade ou não. Se se catalogarem os deuses como seres conceitos
abstratos ou personificações dos elementos naturais, desmentir-se-á a
representação de seres vivos que viajam entre a Terra e o espaço cósmico
em estruturas semelhantes a aeronaves. Se pelo contrário se atribuírem a
esses deuses atividades e caráter humanos, as contradições serão
patentes.
Ora bem, os textos vedas asseguram taxativamente que
houve 35 deuses celestes desse tipo. Por outro lado, os purana
estabelecem em cem o número de ashuras celestes. Os textos vedas
descrevem os gêmeos divinos «Aswins» como seres muito jovens. Além disso
possuem formas e qualidades humanas. Sayana comenta ainda com grande
clareza no Rig-Veda que os deuses tinham regressado à Terra vindos de um
lugar remoto «no céu».
YàsKà, o autor do Nirukta, opta por uma
solução de compromisso a respeito do antiqüíssimo debate entre eruditos
sobre a natureza espiritual ou corporal dos deuses. Ele representa o
critério de que ambas as partes têm razão. Os deuses eram ora corporais
ora espirituais. No entanto, certas investigações contemporâneas sobre
as características principais das divindades vedas defendem a noção de
que os deuses foram seres corporais que irromperam no nosso sistema
solar a muito tempo atrás. O Mahabharata, que se baseia nas fontes
originais, descreve esses deuses como seres corpóreos que não suam nem
pestanejam, parecem eternamente jovens e cujas «coroas» (talvez se
pretenda designar os raios em volta do corpo) nunca enfraquecem.
Dada
a multiplicidade de objetos voadores descritos há que perguntar como é
possível que um saber tão profundo e valioso possa ter caído no
esquecimento, e por que ainda não "foram encontradas relíquias
arqueológicas concretas dos aparelhos" voadores. Mas ao progredir na
investigação revela-se que entre os pioneiros técnicos houve muito
poucos que dominassem a ciência do aparelho voador. Visvakarma e Maya
foram dois deles. Consequentemente, o uso dessa tecnologia ficava
circunscrito ao escol e não chegava à «arraia-miúda». Hoje em dia
continua a ser assim; só os mais abastados ou os homens de negócios
podem desfrutar das travessias aéreas, enquanto as massas populares dos
países em desenvolvimento só sabem da existência desse meio de
transporte.
A tecnologia aeronáutica da Antiguidade foi um
segredo zelosamente guardado. Além disso, os indianos antigos tinham o
hábito de circunscrever os diversos aspectos do saber a um estreito
círculo de mestres e discípulos. Os próprios deuses impuseram aos seus
discípulos humanos o dever de não revelar às pessoas profanas os
segredos do aparelho voador. O abuso dessa ciência antiga foi castigado
com penas espantosas.
No Samaranganasutradhar determina-se sem
rodeios que a invenção dos pormenores técnicos ou dos componentes do
aparelho deve permanecer secreta. O comentário de Vaimanika Sastra no
Bodhananda especifica que só o detentor de todos os segredos do vimana
podia chefiar o vôo. Antes de fazer experiências de vôo, os futuros
pilotos deviam aprender os trinta e dois segredos do vimana. Uma vez que
os vimanas não serviam apenas como meios de transporte, mas também como
armas estratégicas, compreende-se bem essa reserva absoluta a respeito
da sua composição e fabrico.
Outras razões que fizeram que a arte
de voar praticada por humanos e deuses caísse no esquecimento foram as
batalhas e catástrofes ocorridas vários milênios antes do nascimento de
Cristo. Segundo um grupo de astrônomos indianos, a batalha de
Khuruksetra deu-se por volta de 3.102 AC. Chega-se a esta data devido a
várias observações astronómicas que os textos antigos citam em relação
com essa batalha. Outros astrônomos afirmam que a grande batalha da
guerra bharata remonta ao ano 2.449 AC, enquanto na opinião dos eruditos
europeus essa conflagração terá corrido por volta de 1.000 AC. Os
sábios indianos conservadores fixam o aparecimento dos quatro Veda, dos
Brahamana e dos Upana entre 6.000 AC e 2.000 AC, e alguns deles
atribuem-lhes uma antiguidade muito maior. Um sábio ocidental tão cabal e
arguto como H. Jacobi garante mesmo que os Veda apareceram em 4.500 AC.
No Mahabharata são descritas enormes destruições ocasionadas
pelas poderosas armas dos deuses. A monstruosidade das situações
descritas só é comparável aos desastres da guerra atômica atual. Aquelas
destruições foram tão horripilantes que os sobreviventes precisaram de
muito tempo para organizar uma nova sociedade. Nesse intervalo ou
período obscuro do saber perderam-se todos os conhecimentos científicos
sobre o uso das máquinas voadoras.
O aniquilamento universal
encontra-se pormenorizado nos diversos textos sânscritos. As catástrofes
que assolaram a civilização humana ficaram descritas não só nos Veda e
nos Purana, mas também na literatura clássica indiana posterior. As
sucessivas vagas exterminadoras tiveram diversas causas, entre as quais,
na literatura sânscrita, se escolhem as seguintes:
Perturbações cósmicas (guerras divinas)
Catástrofes naturais, como sismos e inundações
Guerras regionais e universais
Segundo
as tradições indianas, a civilização humana é muito antiga e não pode
ser classificada nos limites temporais que a investigação lhe atribui.
Por todas estas razões não é de estranhar que não apareça qualquer
relíquia de aparelhos voadores nos jazigos arqueológicos. Hoje em dia
encontram-se na Europa muito poucas relíquias da Primeira Guerra
Mundial, è aqueles que quiserem admirar as recordações da Guerra dos
Trinta Anos poderão fazê-lo, quando muito, nos museus.
Mas os textos
sânscritos indianos não falam de alguns séculos, mas sim de vários
milênios. Por isso não pode surpreender-nos que o saber sobre a
utilização de máquinas voadoras tenha sido assimilado nos tempos dos
Veda e frequentemente entrelaçado com lendas. Embora os estragos da
guerra e as subseqüentes catástrofes tenham anulado certamente o saber, a
planificação e o fabrico de antiqüíssimos aparelhos voadores, a
recordação ficou viva sob uma forma épica. Algumas componentes dessa
recordação arcaica vivem ainda hoje no folclore, por exemplo, nos
dragões voadores chineses ou nos carros divinos indianos.
Fica no ar
uma pergunta: por que é que os homens imitavam os veículos divinos na
edificação dos seus templos? Há vários milênios essas estruturas
celestes foram para os humanos, qualquer coisa incompreensível, divina,
que impressionou profundamente a sua imaginação. Ergueram-se palácios,
com servidores (sacerdotes) e todas as comodidades imagináveis,
destinados a esses deuses. No âmbito religioso chama-se «templos» a
esses palácios. Durante a construção procuraram imitar as diversas
estruturas voadoras dos seres celestes, de maneira a que os deuses se
encontrassem sobre a Terra tão bem como nas suas residências celestes.
Os primeiros deuses chegaram de pontos do Universo imensamente
distantes.
Segundo se lê no Vanaparvan, habitavam cidades fora da
Terra, com dimensões extraordinárias e muito confortáveis. Lê-se ainda
sobre uma dessas cidades que era luminosa, muito bela, e tinha muitas
casas. Havia lá árvores e cascatas. A urbe tinha quatro entradas,
custodiadas por guardas, todos eles apetrechados com as mais variadas
armas.
No capítulo 3 do Sabhaparuan (parte integrante do
Mahabharata) são analisadas as ditas cidades espaciais. Aí se diz que
Maya, o arquiteto dos Asura, tinha projetado para Yudhisthira, o mais
antigo dos Pandava, um soberbo salão nobre de ouro, prata e outros
metais para ser enviado para o céu, tripulado por 8000 trabalhadores.
Quando Yudhisthira perguntou ao sábio e versado Narada se já se tinha
construído antes uma sala tão maravilhosa como aquela, Narada respondeu
que já tinham existido recintos celestes semelhantes para cada um dos
deuses: Indra, Yama, Varuna, Kuvera e Brama. Essas cidades celestes
encontravam-se permanentemente no espaço universal. Dispunham de todos
os meios para uma vida cômoda.
Sobre a cidade espacial de Yama pode
ler-se que era rodeada por um muro branco de um esplendor deslumbrante
quando a estrutura seguia o seu caminho no céu. A literatura sânscrita
transmite mesmo as dimensões dessa estrutura celeste. A cidade espacial
de Kuvera parece ter sido a mais bela de toda a galáxia. Media
(convertendo para as medidas de hoje) 550 por 800 quilômetros; estava
suspensa no ar e cheia de inúmeros edifícios com reflexos dourados. As
descrições de cidades voadoras semelhantes são, desde data imemorial,
componente perene das antigas epopéias indianas de autenticidade
inquestionável. A dificuldade baseia-se na impossibilidade de captar
hoje em dia o significado de expressões como vaihayasi (= voar),
gaganacara (= ar), ou vimana (= aparelho voador). Só o saber acerca da
técnica moderna permite uma interpretação razoável.»
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