Mostrando postagens com marcador Câncer sem Glicose morre de fome CELULAS normais não!. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Câncer sem Glicose morre de fome CELULAS normais não!. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Câncer sem Glicose morre de fome, CELULAS normais não!

Publicado em 15/01/2014

Câncer sem Glicose Morre de Fome, Células Normais Não LEGENDADO -CANAL CBN NEWS.COM

Lorie Johnson comenta: Porque as autoridades médicas não estão espalhando está noticia?

Lorie: Duas palavras: INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

Lorie: Sabemos que estas pesquisas são caras. Quem financia pesquisas médica? resposta: INDUSTRIA FARMACÊUTICA Porque estão normalmente testando uma droga, e se a pesquisa dá certo ganham uma pilha de dinheiro.

Lorie: QUEM VAI GANHAR DINHEIRO COM DIETA? NÃO ESTÃO TESTANDO!
Reporter: Não é surpresa. Eles tem um Cartel!
Lorie responde: EXATAMENTE


Postei o video póis o achei muito interessante e porque comenta algo que muitos já sabem sobre os carteis formados pelas industriais farmacêuticas.

No vídeo , é muito comentado sobre a dieta cetogênica e corpos cetônicos, bem... abaixo segue uma explicação sobre o assunto CORPOS CETÔNICOS para que não façam nada sem o conhecimento do seu médico ou nutricionista.


1) Breve definição de corpos cetônicos e como são gerados

Corpos cetônicos são produtos da oxidação de lipídeos que são formados em mitocôndrias do fígado e do rim durante jejum prolongado. O acetil-CoA é produzido a partir da reação de catabolismo de ácidos graxos e aminoácidos. São liberados em organismos que estão em jejum prolongado ou em dietas descarboidratadas (baseadas em proteína e lipídios), caso estejam presentes em altas concentrações podem provocar o desequilíbrio homeostático do organismo. Os corpos cetônicos mais comuns são: ácido acetoacético e seu produto de redução: β-hidroxibutirato. No processo de oxidação dos lipídeos uma pequena quantidade de acetil-CoA é transformada nos corpos cetônicos citados acima ( ácido acetoacético e β-hidroxibutirato) e são aproveitados como fonte de energia pelos tecidos extra-hepáticos.

Nas dietas low carbs, o processo de conversão dos ácidos graxos do tecido adiposo realizada pelo fígado é o que acontece. “A presença desses corpos cetônicos na urina é um método prescrito para determinar o estado metabólico durante a dieta”. Lembrete: uma pequena quantidade de carboidratos na dieta reprime a síntese de corpos cetônicos, pois inibem o processo de degradação dos lipídeos (lipólise) nos adipócitos.

Enquanto a concentração de corpos cetônicos sobe no sangue, uma parte é excretada na urina, e outra é liberada pela respiração.

Num processo normal do organismo, apenas uma quantidade muito pequena de acetil-CoA é convertida em corpos cetônicos no fígado. Para a oxidação padrão do acetil-CoA pelo ciclo de Krebs é necessária a presença de um certo nível de oxaloacetato. Na ausência de carboidratos a concentração de piruvato é reduzida então ocorre sua conversão em oxaloacetato obtido a partir de aminoácidos. Essa baixa concentração de oxaloacetato, reduzindo a velocidade de oxidação de acetil-CoA pelo ciclo de Krebs provoca a acumulação e condensação formando os corpos cetônicos.
Acetoacetato
Acetona
β-hidroxibutirato


2) Cetose

A redução drástica da ingestão de carboidratos a partir das dietas low carb estabelece a condição de Cetose no organismo. Recapitulando: A Cetose surge quando a oxidação de glicose é suprimida e a lipólise é acelerada. Cetose é um processo normal que ocorre no organismo de um indivíduo toda vez que ele encontra-se em jejum. Porém, quando o indivíduo passa um longo prazo em jejum ou no caso, sem ingerirem NADA de carboidrato, a concentração de corpos cetônicos cresce muito no organismo. Estudos comprovam que caso haja um desses dois processos de forma prolongada no organismo, o acetoacetato e β-hidroxibutirato substituem a glicose como fonte principal de energia no organismo.

3) Acidose (cetoacidose)

Um problema grave que pode ocorrer, é que caso os corpos cetônicos citados forem liberados em grandes quantidades para o sangue, eles podem acabar ocasionando uma diminuição drástica no pH sanguíneo o tornando mais ácido que o padrão, provocando a chamada “acidose metabólica” que é perigosa, que se for muito intensa leva o indivíduo a óbito.

Fonte: BAYARDO, Bioquímica Básica
DEVLIN, Manual de bioquímica com correlações clínicas