segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

VIMANAS - AS NAVES DOS DEUSES

Vimanas

O Império Rama existiu há pelo menos 15.000 anos atrás, no norte da Índia. Aparentemente, existiu paralelo à civilização atlante (que, pelos cálculos de Platão, deve ter sido destruída há 12.000 anos atrás). Possuía cidades sofisticadas, muitas ainda a serem encontradas no deserto do Paquistão, norte e nordeste da Índia. Algumas cidades com 5.000 anos já foram encontradas por arqueólogos, e são literalmente inexplicáveis.

Numa época em que as pessoas deveriam estar vivendo em tendas (se formos nos basear pelo Egito) essas cidades já possuíam sistema de irrigação, esgoto, largas avenidas e iluminação pública. E o mais fascinante: quanto mais escavam, mais encontram vestígios de outras cidades, ainda mais antigas, e ainda mais modernas! Infelizmente os pesquisadores se defrontaram com um lençol d'água e não podem cavar mais.
As sete grandes capitais do Império Rama são conhecidas nos textos Védicos como As sete cidades Rishi.

De acordo com os textos, esse povo utilizava-se de máquinas voadoras que eram chamadas de Vimanas.

Ele voava na "velocidade do vento" e produzia um "som melodioso". Decolavam verticalmente e podiam pairar no ar, como um helicóptero. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de Vimanas: Um dos tipos é descrito exatamente como imaginamos um disco voador "clássico": circular, com portinholas e um domo. Outros em forma de pires, e outros ainda como um longo cilindro (em forma de cigarro). Todos batem exatamente com descrições de discos voadores feitas no mundo todo, por pessoas que com certeza desconhecem os Vedas.
Os textos antigos sobre os Vimanas são muitos, e envolvem desde a construção de um Vimana até manuais de vôo dos vários tipos de naves, alguns dos quais foram traduzidos para o inglês.
O Samara Sutradhara é um tratado científico lidando com todos os aspectos possíveis dos Vimanas. São 230 tópicos lidando com construção, decolagem, vôos cruzeiros, aterrissagem normal, forçada, e até mesmo a possibilidade de colisão com pássaros (!)
Em 1875 foram redescobertos manuscritos do século 4 a.C. escritos por Bharadvajy, "o sábio",que utilizou textos ainda mais antigos como base. Chama-se Vymaanika-Shaastra, e lida com a forma de pilotar os Vimanas, precauções com vôos longo, proteção contra tempestades e relâmpagos, e como voar com a energia solar. Possui 8 capítulos com diagramas que mostram os tipos de naves, incluindo aparatos que nunca quebravam ou se incendiavam. Também menciona 16 materiais que absorvem luz e calor, essenciais para a construção dos Vimanas. Este documento foi traduzido para o inglês com o nome VYMAANIDASHAASTRA AERONAUTICS, por Maharishi Bharadwaaja, impresso e publicado por Mr. G. R. Josyer, Mysore, India, em 1979.
O Ahnihotra-Vimana possuía dois motores, enquanto o Vimana-elefante possuía mais (outros tipos levavam nomes de outros animais, como o Íbis). A propulsão dos Vimanas é envolta em controvérsia. Em uns textos diz ser movida por um líquido amarelo-esbranquiçado (gasolina?), e algumas vezes por um tipo de composto de mercúrio. Em outro ainda é movida por pulsos (vibração).
Interessante notar que os nazistas desenvolveram motores baseados em pulsos para as suas bombas V-8. Hitler era especialmente interessado na Índia, e mandava expedições para lá e para o Tibet, ainda nos anos 30. Diz-se, inclusive, que eles conseguiram reproduzir o Vimana e fugiram com ele para a Antártida, para formar o 4º Reich (pessoalmente não acredito nisso, mas que eles estavam tentando fazer, estavam. Tem inclusive com fotos dos esquemas alemães de construção que foram capturados pelos aliados).
De acordo com o Dronaparva e o Ramayana, partes do gigantesco épico Mahabarata, um Vimana é descrito como uma esfera que se movia à grande velocidade, em todas as direções, impulsionada por um "vento poderoso" gerado por mercúrio. No Samar, outro texto Hindu, os Vimanas são "máquinas de aço sem emendas, com uma descarga de mercúrio que saía da traseira na forma de uma forte labareda."
Curiosamente, cientistas soviéticos descobriram o que eles chamam de "antigos instrumentos de navegação para veículos cósmicos" em cavernas no Turquistão e no deserto de Gobi. Os aparelhos são objetos esféricos de vidro ou porcelana, que terminam num cone com um pingo de mercúrio dentro.
Acredita-se que o povo Hindu voou nesses veículos por toda a Ásia, Atlântida e - aparentemente - para a América do Sul. Escritos achados em Mohenjodaro, no Paquistão (presumivelmente uma das "7 cidades Rishi do Império Rama") e ainda não decifrados, também foram encontrados em outro lugar do mundo: Ilha de Páscoa!! Essa escrita, chamada de Rongo-Rongo (também não-decifrada) é incrivelmente similar à de Mohenjodaro.
Voar nessas máquinas não era uma exclusividade dos Hindus: O Hakatha (Leis dos Babilônicos) atesta que "o privilégio de operar uma máquina voadora é grande. O conhecimento do vôo é uma das nossas heranças mais antigas. Um presente dos que vieram do alto. Nós o recebemos como um meio para salvar muitas vidas."
Infelizmente todo conhecimento é sempre usado para a guerra. Os Atlantes, de acordo com os textos Hindus, usaram suas máquinas voadoras, chamadas de Vailixi, para subjugar o mundo. Eram conhecidos como Asvins e aparentemente eram mais avançados tecnologicamente que os Hindus, e certamente mais bélicos.
No Mahabharata vemos a descrição de um ataque nuclear:
"Gurkha, voando a bordo de um Vimana de grande potência, lançou sobre a tríplice cidade um projétil único, carregado com a potência do Universo. Uma coluna incandescente de fumaça e fogo semelhante a 10 mil sóis se elevou em seu esplendor. Era uma arma desconhecida, o Raio de ferro, um gigantesco mensageiro da morte,que reduziu a cinzas toda a raça dos Vrishnis e dos Andhakas. Os corpos ficaram tão queimados que se tornaram irreconhecíveis;

Os cabelos e unhas dos que sobreviveram caíram; A cerâmica quebrou sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos;

...Após algumas horas todos os alimentos estavam infectados...
...para escapar do fogo os soldados se jogaram nos rios,para lavarem-se e aos equipamentos."

Quando a cidade de Mohenjo-Daro foi escavada por arqueologistas no século 19, eles acharam esqueletos estirados nas ruas, alguns deles de mãos dadas, como se estivessem esperando a morte. Estes esqueletos estão entre os mais radioativos já encontrados, similares aos de Hiroshima e Nagasaki.
Cidades antigas, cujos muros e calçadas foram literalmente vitrificados podem ser encontradas na Índia, Irlanda, Escócia, França e Turquia. Não há explicação lógica para isso, pois é necessário um intenso calor, semelhante ao de um ataque atômico, para derreter e vitrificar esses blocos de pedra.
Mas Mohenjo-Daro - que foi projetada em quarteirões e com um sistema de encanamento superior aos usados na Índia e Paquistão atualmente - possuía espalhado nas ruas várias "formas negras de vidro". Descobriu-se depois que essas formas nada mais eram do que potes de argila que derreteram e vitrificaram sob intenso calor!
É interessante notar que, quando Alexandre "O Grande" invadiu a Índia (há mais de 2000 anos atrás) seus historiadores relatam que, num certo ponto da batalha foram atacados por "brilhantes escudos voadores" que mergulharam contra o seu exército e assustaram a cavalaria.
Outras armas fantásticas, presentes no Mahabharata, são o Dardo de Indra, operado através de um "refletor" circular. Quando ligado, produzia uma "coluna de luz" que consumia tudo o que tocava. É o que hoje nós conhecemos por "laser" (Isso me lembra Austin Powers 2!). Em outro trecho do poema o herói (Krishna) está perseguindo seu inimigo, Salva, no céu, quando o Vimana de Salva fica invisível (assim como os UFOs fazem hoje em dia). Krishna imediatamente usa mão de uma arma especial: "Eu rapidamente disparei uma flecha incandescente, que matava guiando-se pelo som". (James Bond não faria melhor... e isso foi escrito há mais de 6.500 anos!)
Fonte:
Vedic Theories of Creation - Vimanas
(Traduzido e adaptado)

Aparelhos Voadores na Índia Antiga


http://www.cubbrasil.net/index.php?option=com_content&task=view&id=148&Itemid=89

APARELHOS VOADORES NA ÍNDIA ANTIGA
«No Rig-Veda conhecem-se hinos dedicados aos gêmeos divinos «Aswins», aos «Rbhus» e a outras divindades. Nesses hinos manifestam-se os primeiros indícios de certas carruagens capazes de sulcar os ares levando a bordo seres vivos. Esses veículos voadores recebem a designação de «rathas» pela primeira vez no Rig-Veda (a tradução literal daquele vocábulo é «veículo» ou «carro»). Os «Rbhus» construíram um carro voador para os gêmeos «Aswins», que apareciam como médicos dos deuses.
Este carro voador era extremamente cômodo. Podia voar-se com ele por todos os lados e mesmo atravessar as camadas superiores de nuvens e percorrer o céu». No hino refere-se que esses carros voadores eram mais rápidos que o pensamento.
O aparelho voador tinha grandes dimensões, era composto por 3 partes e era triangular. Requeria pelo menos 3 pessoas ao seu serviço. O veículo dispunha de 3 rodas que se recolhiam durante o vôo. Acrescenta-se que o carro voador possuía 3 «pilastras».
Normalmente o veículo voador era construído no Rig-Veda com metais como ouro, prata ou ferro, mas o mais utilizado segundo os textos vedas era o ouro cujo brilho maravilhava. Cravos ou objetos parecidos com pregos mantinham o carro unido. Para fazer andar os supracitados carros celestes de combate utilizavam-se fluidos cujos nomes não têm hoje tradução correta. As palavras madhu e anna significam mais ou menos «mel» e «fluido».
O carro evoluía com mais leveza que um pássaro dos céus, saía disparado em direção à Lua ou mesmo ao Sol e pousava na Terra com enorme estrondo.
Convém referir que no Rig-Veda se mencionam diversos tipos de combustível conservados em recipientes diferentes entre si. Ao mesmo tempo especifica-se que o veículo ia para o céu sem qualquer ajuda de «tração animal».
Quando o veículo descia das nuvens, juntavam-se em terra grandes multidões para presenciar a aterragem. Sem contar com os referidos pilotos, o veículo celeste acomodava o rei Bhujyu, salvo do naufrágio, a filha de Surya e a mulher Sandra, e ainda mais três pessoas. Por conseguinte, a carruagem podia levar um total de 7 ou 8 pessoas. Além disso tinha características anfíbias, pois podia pousar sobre o mar sem sofrer qualquer dano, e dali alcançar a costa.
No Rig-Veda 1.46.4. são mesmo referidos três carros de combate voadores que entraram em ação em diversas operações de salvamento. Enumeram-se trinta ações heróicas ou mais, entre as quais o resgate em naufrágios e cavernas, em formações inimigas e câmaras de tortura. Segundo as descrições do Rig-Veda, esses carros especiais de combate devem ter sido muito espaçosos, executavam as mais diversas operações e as suas descolagens faziam-se com enorme estrondo. Por outro lado, as suas aparições eram grandiosas. 
Algumas palavras nos textos vedas requerem uma atenção muito especial devido ao espinhoso nexo casual. Essas palavras são madhu, anna, trivi e trïbandhura. A palavra madhu significa mais ou menos «mel» em sânscrito clássico, e no entanto no dicionário equivale também a «soma» ou «substância fluida».
Anna, que normalmente se refere ao arroz cozido, representa aqui o suco do arroz fermentado. Presume-se que queira significar uma mistura líquida de álcool e suco soma, que se conserva e emprega como combustível. Aqui há ainda outra coisa curiosa, a saber, o veículo voador deixava rasto de rodas quando se movia por terra. Certos aparelhos voadores descolavam e aterravam dentro de um horário determinado: 3 vezes durante o dia e outras 3 durante a noite.

Na passagem 1.166.4-5 do Rig-Veda, o vôo dos marut tem ares de realidade. Os edifícios abanavam, os arbustos e as árvores pequenas ficavam desenraizados, cavernas e colinas multiplicavam o eco da estrondosa descolagem, e o céu parecia como se se enrugasse e desfizesse em bocados com o fragor ensurdecedor do veículo voador.
A este respeito gostava de dizer qualquer coisa sobre a palavra Vimana, como perito. Esta aparece pela primeira vez na acepção de veículo voador no Yajur-Veda, 17.59. Antes, o vocábulo tinha tido diversas aplicações, por exemplo, «aerotermo», «calculador do dia» ou «criador do céu». Em todas estas acepções, a palavra está relacionada com a vastidão do firmamento e a sua medição. Ora bem, no Yajur-Veda 17.59 e segs. descreve-se taxativamente o Vimana como veículo voador. Essa palavra nesses versos empregada no nominativo representa qualquer coisa que «enche de esplendor o firmamento», «ilumina toda a região», «contém uma substância fluida» e pode seguir o nascer do Sol e o pôr-do-sol, bem como da Lua. Na literatura clássica e em todos os puranas, vimana é o nome genérico para designar um veículo voador.
Os seguintes extratos da epopéia épica Ramayana demonstram como se empregam os vocábulos vimana e ratha para designar objetos voadores:
«E ele subiu, juntamente com Khara, para o veículo voador que estava decorado com jóias e rostos de demônios. Este moveu-se com um estrondo semelhante ao trovão vindo das nuvens.» (3.35.6-7)
«Sobe para esse veículo adornado com jóias que pode andar pelo ar. Depois de ter seduzido Sita (a mulher de um rei) podes ir onde quiseres; levá-la-ei, pêlos caminhos do ar, até Sri Lanka (hoje Ceilão). Assim, Ravana e Maricha subiram para o veículo aéreo que se assemelhava a um palácio («vimana») (3.42.7-9)
«Tu, infame, julgarás poder alcançar o bem-estar através desse veículo aéreo?» (3.30.12)
«Então o próprio veículo aéreo que tem a velocidade do pensamento apareceu de novo em Lanka com as pobres Sita e Trijata.» (4.48.25-37)
«Este é o notável veículo aéreo puspaka, que brilha como o Sol.» (4.121.10-30)
«O objeto voador adornado com um cisne elevou-se no ar entre ruídos ensurdecedores.» (4.123.1)
«Todas as mulheres no harém do rei Sugriva concluíram rapidamente as decorações e subiram para o aparelho aéreo.» (4.123.1-55)
Os textos do Ramayana descrevem veículos celestes que acabam em bico, movem-se com extraordinária rapidez e têm uma carapaça que reluz como o ouro. Os veículos celestes continham diversas câmaras e mostravam pequenas janelas enfeitadas com pérolas. No seu interior havia salas cômodas e ricamente decoradas. Os andares inferiores estavam dotados de vidros, e todo o espaço interior tinha tapetes e paredes revestidas. Os veículos eram muito espaçosos e tinham acessórios luxuosos.
Os veículos aéreos descritos no Ramayana podiam transportar 12 pessoas. Partiam do Sri Lanka de manhã e chegavam a Ayodhaya à tarde, depois de aterragens intercalares em Kiskindhya e Vasithasrama. Assim, esses veículos cobriam uma distância de uns 2.800 quilômetros em 9 horas. O que equivale a uma velocidade de 320 Km/h. A palavra vimana emprega-se nas passagens citadas para designar o veículo voador, com exceção de dois casos.
As passagens até agora expostas não permitem inferir que uns seres «divinos» ou «celestiais» tivessem conduzido aqueles veículos celestes. As construções voadoras foram utilizadas por pessoas do topo da hierarquia, digamos, famílias soberanas ou chefes militares. No entanto, em toda a literatura sânscrita faz-se constar repetidas vezes que a técnica de construção de objetos voadores provém dos deuses. Ainda assim, estabelece-se uma clara distinção entre os deuses nas suas gigantescas cidades espaciais e as pessoas eleitas que podem visitar essas cidades apenas em casos excepcionais.
Assim, quando se descreve a viagem de Arjuna ao céu diz-se que Arjuna deve atravessar muitas regiões celestes e de passagem apercebe-se de centenas de outros veículos aéreos. Alguns desses veículos aéreos encontram-se em pleno vôo, outros sobre o chão, e outros ainda a ponto de se elevarem.
Os textos do Sabhaparvan proporcionam indicações pormenorizadas sobre esses «seres celestes». Segundo parece, estes chegaram à Terra em tempos remotos para estudar os humanos. Moviam-se à vontade pelo espaço e sobre a terra. Descrevem-se diversas construções chamadas «sabha» que traçavam as suas órbitas no céu, pausadamente, como os satélites atuais.
Do interior desses satélites gigantescos que hoje se chamariam construções ou cidades espaciais saíam, a voar, «vimanas» de tipos muito diversos. Essas construções espaciais eram de um tamanho gigantesco e brilhavam como prata, no céu. Continham víveres, bebidas, água e todas as comodidades da vida concebíveis, assim como armas horríveis com a sua munição.
Uma dessas cidades espaciais que giravam permanentemente sobre o próprio eixo chamava-se Hiranyapura, o que se pode traduzir como «cidade do ouro». Tinha sido construída por Brama para as «diabas» Pulama e Kalaka. Esta cidade espacial era inexpugnável, e as duas diabas alcançavam êxitos tais com a sua defesa que até os próprios deuses se mantinham a uma distância prudente da cidade espacial.
Contudo, acabou por correr uma batalha. Os capítulos 168, 169 e 173 do Vanaparvan (parte integrante do Mahabharata) descrevem-na. Arjuna, o herói divino do Mahabharata, tinha uma dívida pendente para com as diabas da cidade espacial, que se multiplicavam de forma alarmante. Quando Arjuna se aproximou da estrutura espacial, as diabas defenderam-se com armas prodigiosas. 

Eis aqui um extrato:
«Houve uma batalha espantosa, durante a qual a cidade aérea saiu disparada para o céu e depois aproximou-se de novo da terra enquanto oscilava de um lado para o outro. Depois de uma luta longa e estrondosa, Arjuna fez um disparo tão destruidor que a cidade rebentou em bocados e estes caíram na terra, um a seguir ao outro. As diabas sobreviventes surgiram das ruínas e continuaram a combater, obstinadas. Por fim todas as diabas foram aniquiladas. Indra e os restantes deuses engrandeceram Arjuna como herói.»

No Vanaparvan há ainda outras cidades espaciais que giram sobre os próprios eixos. Chamam-se Valhayasi, Gaganacara e Khekara. No Sabhaparuan descrevem-se estruturas muito peculiares que o deus Maya fez construir e transportar para essas cidades espaciais. (A designação dessas estruturas é insusceptível de uma tradução clara. Da raiz pode inferir-se qualquer coisa como «espaços repletos». Parece significativo a este respeito o fato de que estações orbitais autênticas girassem em volta da Terra e tivessem aberturas que serviam de hangares para dar entrada a objetos voadores menores. Estas descrições antigas assemelham-se aos projetos e esboços atuais para a construção do habitat espacial.
Por um lado, os objetos voadores partiam do habitat espacial em direção à Terra, e por outro esses mesmos veículos voadores eram construídos na própria Terra. A maior parte deles recebia o nome de vimana. Só no Mahabharata há 41 passagens onde os «vimana» voadores são mencionados.
Muitas vezes torna-se difícil distinguir entre os vimanas procedentes das cidades espaciais e os construídos na Terra. Talvez os parágrafos que se seguem sirvam para o confirmar:
Os deuses criaram esse dispositivo mecânico com uma finalidade concreta.
A pessoa eminente que subiu para o veículo celeste teve a admiração dos deuses.
Ah, Uparicara Vasu! A espaçosa máquina voadora irá até ti, e se te acomodares nesse veículo, serás o único ser humano a assemelhar-se a uma divindade.
Através do feitiço de uma oração, o deus Yama foi para Kunti num veículo aéreo.
Ah, descendente de Kurus, essa pessoa malévola desceu dessa carruagem voadora que pode mover-se para frente por todos os lados e é conhecida como «saubhapura».
Quando ele desapareceu do campo visual dos mortais, elevando-se muito alto no céu, distinguiu milhares de veículos aéreos estranhos.
Ele, o predileto de Indra, entrou no palácio divino e viu milhares de veículos voadores para os deuses, uns postos de lado, outros em movimento.
Os grupos de marut chegaram em veículos aéreos divinos, e Matali, depois de ter falado desta maneira, levou-me (Arjuna) na sua carruagem voadora e mostrou-me os outros veículos aéreos.
Do mesmo modo, os homens movem-se pelo céu em veículos aéreos que eles próprios decoram com cisnes e são tão cômodos como palácios.
O grande senhor proporcionou-lhe um veículo aéreo que se movia sozinho.
Em diversas passagens dos significativos textos pertencentes à literatura budista, encontra-se o conceito «vimana» com o significado de veículo aéreo. Por exemplo, no Vimana Vatthu, parte integrante do Mahavamsa, citam-se os soberbos lugares chamados vimanas que serviam de morada para os espíritos venturosos.
Também se fala de um palácio rutilante que se balança no ar. Alguns eruditos tendem a interpretar o conceito vimana na literatura budista como palácio que servia de morada a deuses e espíritos venturosos. No entanto, a palavra vimana emprega-se muito raramente em relação a moradas humanas. Assim, a expressão vimana representa claramente um veículo aéreo, na primeira parte do Sulavamsa. A descrição textual é a seguinte: 
«A gigantesca cidade estava repleta de centenas de carruagens aéreas feitas com ouro, pedras preciosas e pérolas, pelo que se assemelhava a um firmamento estrelado.»
A maior parte da literatura budista entende o conceito vimana com o significado de um palácio ou carruagem aérea celeste e locomóvel. E com este sentido que o utilizam a literatura veda e os purana, e mais tarde a literatura clássica. Três exemplos bastam para o ilustrar:
A grande divindade desceu da carruagem aérea.
O veículo aéreo divino governado por Matali chegou do céu.
Quando o rei Supama foi jogar dados, a sua mulher Susroni desceu do veículo aéreo.
Nas obras de Kalidasa encontra-se outra referência autêntica aos veículos voadores. Este escritor da Índia antiga descreve com minuciosidade gráfica e precisão científica o vôo realizado por Rama do Sri Lanka até Ayodhaya:
«Quando ele alcançou as alturas, abriu-se à sua vista o cenário panorâmico do mar ondulante, dos animais marinhos e das formações subaquáticas. O contorno do mar parecia a aresta de uma apertada roda de ferro.»
«A carruagem aérea moveu-se para cima e para baixo muitas vezes, entre as nuvens, de seguida desceu às camadas mais baixas, onde voam pássaros, e depois subiu de novo para as 'rotas dos deuses'.»
«Após uma travessia sobre parte do oceano, alguns rios, lagos e uma ermida, a carruagem aérea celeste pousou em Uttarakosala. Os humanos que se juntaram junto ao lugar onde ficou imóvel contemplaram-no estupefatos, Rama abandonou-o por uma elegante escada de metal resplandecente.»
«Depois do encontro, Rama e Bharata, acompanhados por outros, subiram pela mesma escada para o veículo celeste engalanado com bandeirolas. Bharata rendeu homenagem a Shita, que estava sentada no interior do aparelho voador.»
«O veículo voou lentamente cerca de um quilometro, a seguir apressou o andamento e pouco depois alcançou Ayodhaya, a capital de Rama.»
Em suma, uma descrição muito gráfica de uma viagem aérea ao longo de 2.900 Km, mais ou menos. Concretamente desde o Sri Lanka até Ayodhaya, passando por Setubandhan, Mysore e Allahabad. Kalidasa menciona alguns pormenores desconcertantes que nos fazem pensar em vão. Quando o rei Dusyanta desceu do veículo aéreo de Indra, observou atônito que as rodas do veículo não levantavam pó nem faziam barulho, embora todas elas girassem. Estupefato, percebeu que nenhuma das rodas tocava no chão. Matali indicou que isto se devia à qualidade superior do veículo de Indra. Isto confirma a suposição de que há duas categorias de veículos aéreos: os fabricados e utilizados pelos deuses; e os procedentes de oficinas terrestres .
A história dos dois irmãos Pranadhara e Pajyadhara exemplifica a construção terrestre de veículos aéreos, automáticos e independentes. O veículo que ambos construíram conseguiu percorrer 3200 quilômetros sem parar; e os heróicos irmãos abandonaram o seu país nesse aparelho voador para alcançar um continente remoto.
Nesse mesmo relato são descritos uns autômatos mecânicos com aparência humana. Por último, na mesma fonte é narrada a viagem do rei Narabahanadutta num gigantesco veículo aéreo. Esta carruagem celeste colossal podia transportar umas mil pessoas, e segundo se conta tinha levado muitos humanos para Kausambi.
O Kattrasaritsagar é uma coleção de crônicas de diversas épocas que contém tradições históricas e lendas de tempos pretéritos. Também lá se fala de um veículo aéreo que «nunca precisava de encher os depósitos» e transporta pessoas para um país longínquo que ficava para lá dos mares. Dessas histórias tradicionais e sagas infere-se que os homens da Índia antiga conheciam a máquina voadora nas suas mais diversas versões. Acrescentemos apenas isto: do mesmo modo, há incontestáveis indicações sobre dispositivos técnicos e mecânicos como clepsidras, autômatos, aparelhos de rega mecânicos, pássaros artificiais e produção de nuvens artificiais.
Segundo refere o Mahabharata, Viswakarma e outros, concretamente os chamados descendentes dos deuses, em busca das origens dessa antiqüíssima ciência de voar, agiram como «arquitetos principais dos deuses» e fabricaram carruagens voadoras. Uma parte desse saber chegou até aos homens.
Há uma informação adicional no Sabhaparvan do Mahabharata em que se alude a Maya, o arquiteto-chefe dos «demônios», dizendo que não só projetava máquinas voadoras mas também cidades espaciais gigantescas, conhecidas pelo nome de «gaganacarasabha».Além disso, alguns palácios maravilhosos levavam a marca do seu saber como projetista. Se se seguir esse rasto até ao fim descobrir-se-á nos textos do Samaranganasutradhar que o próprio Brama em tempos imemoriais construiu cinco naves aéreas muitos espaçosas que tiveram mesmo um nome (1 Vairaja, 2 Kailasa, 3 Puspaka, 4 Manika, 5 Tribistapa.
Os donos dessas prodigiosas naves ou cidades aéreas foram Brama, Xiva, Yama e Indra. Na mesma obra formula-se um princípio fundamental da construção de palácios que tem uma importância decisiva para os templos indianos. Ao fim e ao cabo representa categoricamente o critério de que templos e palácios foram construídos como cópias arquitetônicas de carruagens aéreas celestes.

Em diversas obras, por exemplo no Manasara do século VII DC., é confirmada essa informação arcaica. Paleios e templos harmonizam-se com os antigos veículos voadores pela sua projeção horizontal e edificação. Os templos gigantescos foram reproduções reduzidas das formidáveis estruturas espaciais, e os pequenos templos locais simbolizam as carruagens voadoras dos seres subalternos. Assim se traçou uma divisória muito clara entre os veículos celestes utilizados pelos deuses e os dos mortais. Com essas antiqüíssimas tradições indianas põe-se a questão de saber se os seres divinos que subiam para os aparelhos voadores tinham corporeidade ou não. Se se catalogarem os deuses como seres conceitos abstratos ou personificações dos elementos naturais, desmentir-se-á a representação de seres vivos que viajam entre a Terra e o espaço cósmico em estruturas semelhantes a aeronaves. Se pelo contrário se atribuírem a esses deuses atividades e caráter humanos, as contradições serão patentes.
Ora bem, os textos vedas asseguram taxativamente que houve 35 deuses celestes desse tipo. Por outro lado, os purana estabelecem em cem o número de ashuras celestes. Os textos vedas descrevem os gêmeos divinos «Aswins» como seres muito jovens. Além disso possuem formas e qualidades humanas. Sayana comenta ainda com grande clareza no Rig-Veda que os deuses tinham regressado à Terra vindos de um lugar remoto «no céu».
YàsKà, o autor do Nirukta, opta por uma solução de compromisso a respeito do antiqüíssimo debate entre eruditos sobre a natureza espiritual ou corporal dos deuses. Ele representa o critério de que ambas as partes têm razão. Os deuses eram ora corporais ora espirituais. No entanto, certas investigações contemporâneas sobre as características principais das divindades vedas defendem a noção de que os deuses foram seres corporais que irromperam no nosso sistema solar a muito tempo atrás. O Mahabharata, que se baseia nas fontes originais, descreve esses deuses como seres corpóreos que não suam nem pestanejam, parecem eternamente jovens e cujas «coroas» (talvez se pretenda designar os raios em volta do corpo) nunca enfraquecem.
Dada a multiplicidade de objetos voadores descritos há que perguntar como é possível que um saber tão profundo e valioso possa ter caído no esquecimento, e por que ainda não "foram encontradas relíquias arqueológicas concretas dos aparelhos" voadores. Mas ao progredir na investigação revela-se que entre os pioneiros técnicos houve muito poucos que dominassem a ciência do aparelho voador. Visvakarma e Maya foram dois deles. Consequentemente, o uso dessa tecnologia ficava circunscrito ao escol e não chegava à «arraia-miúda». Hoje em dia continua a ser assim; só os mais abastados ou os homens de negócios podem desfrutar das travessias aéreas, enquanto as massas populares dos países em desenvolvimento só sabem da existência desse meio de transporte.
A tecnologia aeronáutica da Antiguidade foi um segredo zelosamente guardado. Além disso, os indianos antigos tinham o hábito de circunscrever os diversos aspectos do saber a um estreito círculo de mestres e discípulos. Os próprios deuses impuseram aos seus discípulos humanos o dever de não revelar às pessoas profanas os segredos do aparelho voador. O abuso dessa ciência antiga foi castigado com penas espantosas.
No Samaranganasutradhar determina-se sem rodeios que a invenção dos pormenores técnicos ou dos componentes do aparelho deve permanecer secreta. O comentário de Vaimanika Sastra no Bodhananda especifica que só o detentor de todos os segredos do vimana podia chefiar o vôo. Antes de fazer experiências de vôo, os futuros pilotos deviam aprender os trinta e dois segredos do vimana. Uma vez que os vimanas não serviam apenas como meios de transporte, mas também como armas estratégicas, compreende-se bem essa reserva absoluta a respeito da sua composição e fabrico.
Outras razões que fizeram que a arte de voar praticada por humanos e deuses caísse no esquecimento foram as batalhas e catástrofes ocorridas vários milênios antes do nascimento de Cristo. Segundo um grupo de astrônomos indianos, a batalha de Khuruksetra deu-se por volta de 3.102 AC. Chega-se a esta data devido a várias observações astronómicas que os textos antigos citam em relação com essa batalha. Outros astrônomos afirmam que a grande batalha da guerra bharata remonta ao ano 2.449 AC, enquanto na opinião dos eruditos europeus essa conflagração terá corrido por volta de 1.000 AC. Os sábios indianos conservadores fixam o aparecimento dos quatro Veda, dos Brahamana e dos Upana entre 6.000 AC e 2.000 AC, e alguns deles atribuem-lhes uma antiguidade muito maior. Um sábio ocidental tão cabal e arguto como H. Jacobi garante mesmo que os Veda apareceram em 4.500 AC.
No Mahabharata são descritas enormes destruições ocasionadas pelas poderosas armas dos deuses. A monstruosidade das situações descritas só é comparável aos desastres da guerra atômica atual. Aquelas destruições foram tão horripilantes que os sobreviventes precisaram de muito tempo para organizar uma nova sociedade. Nesse intervalo ou período obscuro do saber perderam-se todos os conhecimentos científicos sobre o uso das máquinas voadoras.
O aniquilamento universal encontra-se pormenorizado nos diversos textos sânscritos. As catástrofes que assolaram a civilização humana ficaram descritas não só nos Veda e nos Purana, mas também na literatura clássica indiana posterior. As sucessivas vagas exterminadoras tiveram diversas causas, entre as quais, na literatura sânscrita, se escolhem as seguintes:
Perturbações cósmicas (guerras divinas)
Catástrofes naturais, como sismos e inundações
Guerras regionais e universais
Segundo as tradições indianas, a civilização humana é muito antiga e não pode ser classificada nos limites temporais que a investigação lhe atribui. Por todas estas razões não é de estranhar que não apareça qualquer relíquia de aparelhos voadores nos jazigos arqueológicos. Hoje em dia encontram-se na Europa muito poucas relíquias da Primeira Guerra Mundial, è aqueles que quiserem admirar as recordações da Guerra dos Trinta Anos poderão fazê-lo, quando muito, nos museus.
Mas os textos sânscritos indianos não falam de alguns séculos, mas sim de vários milênios. Por isso não pode surpreender-nos que o saber sobre a utilização de máquinas voadoras tenha sido assimilado nos tempos dos Veda e frequentemente entrelaçado com lendas. Embora os estragos da guerra e as subseqüentes catástrofes tenham anulado certamente o saber, a planificação e o fabrico de antiqüíssimos aparelhos voadores, a recordação ficou viva sob uma forma épica. Algumas componentes dessa recordação arcaica vivem ainda hoje no folclore, por exemplo, nos dragões voadores chineses ou nos carros divinos indianos. 

Fica no ar uma pergunta: por que é que os homens imitavam os veículos divinos na edificação dos seus templos? Há vários milênios essas estruturas celestes foram para os humanos, qualquer coisa incompreensível, divina, que impressionou profundamente a sua imaginação. Ergueram-se palácios, com servidores (sacerdotes) e todas as comodidades imagináveis, destinados a esses deuses. No âmbito religioso chama-se «templos» a esses palácios. Durante a construção procuraram imitar as diversas estruturas voadoras dos seres celestes, de maneira a que os deuses se encontrassem sobre a Terra tão bem como nas suas residências celestes. Os primeiros deuses chegaram de pontos do Universo imensamente distantes.
Segundo se lê no Vanaparvan, habitavam cidades fora da Terra, com dimensões extraordinárias e muito confortáveis. Lê-se ainda sobre uma dessas cidades que era luminosa, muito bela, e tinha muitas casas. Havia lá árvores e cascatas. A urbe tinha quatro entradas, custodiadas por guardas, todos eles apetrechados com as mais variadas armas.
No capítulo 3 do Sabhaparuan (parte integrante do Mahabharata) são analisadas as ditas cidades espaciais. Aí se diz que Maya, o arquiteto dos Asura, tinha projetado para Yudhisthira, o mais antigo dos Pandava, um soberbo salão nobre de ouro, prata e outros metais para ser enviado para o céu, tripulado por 8000 trabalhadores. Quando Yudhisthira perguntou ao sábio e versado Narada se já se tinha construído antes uma sala tão maravilhosa como aquela, Narada respondeu que já tinham existido recintos celestes semelhantes para cada um dos deuses: Indra, Yama, Varuna, Kuvera e Brama. Essas cidades celestes encontravam-se permanentemente no espaço universal. Dispunham de todos os meios para uma vida cômoda.

Sobre a cidade espacial de Yama pode ler-se que era rodeada por um muro branco de um esplendor deslumbrante quando a estrutura seguia o seu caminho no céu. A literatura sânscrita transmite mesmo as dimensões dessa estrutura celeste. A cidade espacial de Kuvera parece ter sido a mais bela de toda a galáxia. Media (convertendo para as medidas de hoje) 550 por 800 quilômetros; estava suspensa no ar e cheia de inúmeros edifícios com reflexos dourados. As descrições de cidades voadoras semelhantes são, desde data imemorial, componente perene das antigas epopéias indianas de autenticidade inquestionável. A dificuldade baseia-se na impossibilidade de captar hoje em dia o significado de expressões como vaihayasi (= voar), gaganacara (= ar), ou vimana (= aparelho voador). Só o saber acerca da técnica moderna permite uma interpretação razoável.»

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

MULTIDIMENSIONAL


Esta transmissão da "equipe" é longa mas eu sinto que é muito bom,pode se servir.

Estamos aqui, nós recebê-lo com o mais profundo apreço e amor. É nossa honra se conectar com você desta maneira, reconhecendo a sua magnificência e crescente consciência de sua própria multidimensionalidade.

Percebemos que quando nós expressamos o nosso reconhecimento da sua multidimensionalidade, pode desencadear algumas perguntas dentro de você. O que significa ser multidimensional?

Como eu sei que eu sou multidimensional? Como faço para tornar-se consciente dos muitos aspectos multidimensionais de quem eu realmente sou? Multidimensional não é um termo comumente usado quando você se apresentar. Apenas a idéia de que alguém poderia ser multidimensional é uma extensão real em suas crenças e programas antigos. O universo é mais complexa e mais expandida do que o seu 3 realidades dimensionais podem abraçar.

Estamos convidando você a começar a pensar em si mesmo como multidimensional. À medida que você começar a considerar as possibilidades desta verdade, você começará a ver e sentir a realidade que você está verdadeiramente operando em muitos, muitos níveis e dimensões em todos os momentos. Como você permitir essa possibilidade de ser incluído na sua consciência, você começará a expandir-se para a experiência real de si mesmo em muitos prazos e dimensões.

Você está sempre straddling multi-realidades, a mudança que está acontecendo agora é que vocês estão despertando e tomando consciência de que você está fazendo isso. Você está ciente de seu entorno físico, os congelados em sua percepção, e você também está ciente de informação que você está recebendo, e com muito pouco esforço você pode viajar para qualquer local na galáxia.

Vamos reconhecer o seu sentido principal da realidade por um momento, nós percebemos que seu foco está principalmente na dimensão física. No entanto, mesmo nesta realidade física onde estão concentrados há aspectos que são totalmente inconscientes, aspectos que são de grande importância para você e seu bem-estar físico.

Vamos começar usando o seu corpo físico como um exemplo: Você está ciente dos nomes e posições de suas partes do corpo. Você está ciente de seu cérebro, seu coração, o fígado e outros órgãos. Você basicamente saber onde eles estão em sua anatomia, no entanto você sabe muito pouco sobre seus processos e como eles operam. No entanto, a sua própria vida depende de cada um desses aspectos de seu corpo físico fazendo seu trabalho e fazê-lo bem.

Seu corpo humano é sempre operando em multi-realidades. Cada célula tem consciência de seus sentimentos e vibrações e fazendo os ajustes necessários. Cada célula está ciente do ruído dentro do corpo e fora do corpo e está fazendo os ajustes necessários. Cada célula do corpo está lendo a posição do sol, a lua e as estrelas e fazendo os ajustes necessários. Cada célula do corpo está monitorando todas as entradas de todas as dimensões e fazer o ajuste necessário. Cada célula do corpo opera em um nível multidimensional e da consciência.



Consideremos por um momento que você poderia se conectar com seu corpo de uma maneira muito real e consciente. É uma parte de quem você é como um ser multidimensional. É um aspecto que você preste atenção muito pouco a menos que haja uma avaria e, em seguida, toda a sua atenção torna-se focada para a área que está com dor ou desconforto. Você pode participar activamente no seu bem-estar e cura. Começam a se conectar com seu corpo como seu melhor amigo, imagine que você poderia se comunicar com cada parte do seu corpo físico. Perceber que ele carrega a sua consciência divina também.

Outra expressão da sua multidimensionalidade que você prestar atenção muito pouco a consciência é o que você está vibrações de energia, energia consciente. E como a energia que você pode viajar para qualquer lugar ou a qualquer cronograma. Você não está limitado ao seu corpo físico ou esta realidade física, estes são apenas uma pequena parte de quem você é como um ser divino.

Como energia consciente você se sentir os campos de energia, as vibrações de tudo e de todos. É o tempo que você possui essa realização como um aspecto e funcionalidade de si mesmo como multidimensional. A evolução da consciência que está ocorrendo agora é desencadear e ampliar o seu foco.

Todo mundo tem esse aspecto multidimensional. A maioria nunca despertar para essa consciência. Eles entram nesta dimensão, atravessar o véu e nunca reconhecer ou admitir a muitos níveis de consciência que eles poderiam ser conscientes. Vamos dar-lhe isso. Imagine o ser humano é como o seu rádio, cada estação ou freqüência convida um tipo de música. A maioria das pessoas fique na mesma estação toda a sua vida, nunca se movendo o dial para explorar a outros sinais, as outras conexões. O foco é limitado a apenas o que fornece uma freqüência, o que oferece uma informação que freqüência.

Uma pessoa que está consciente da sua auto multidimensional é capaz de mover o dial de uma estação para outra com facilidade. Eles permitem uma maior estimulação, mais informações e um espectro mais amplo de consciência. Eles são mais aventureiros e aberto para a percepção de que eles são capazes de mudar seu foco de uma realidade para o outro e integrar diversas freqüências em um todo harmonioso.

Estamos encorajando-os a sair pela porta e abraçar as realidades incontáveis ​​que são apenas uma freqüência ou uma vibração de distância. Permita-se imaginar viajar para as estrelas. Permita-se imaginar um tempo na história e ver ou sentir-se estar presente com os acontecimentos. Permita-se imaginar ser uma árvore, uma pedra, o mar ou o céu. Permita-se imaginar que você está flutuando acima do seu corpo físico. Permita-se ver a energia em suas diferentes formas, sem uma sobreposição de suas crenças. Permita-se. É uma prática. É uma intenção.

Cada pessoa vai encontrar um caminho diferente e exclusivo para essa conexão e este desdobramento. O caminho ou método não é importante, os resultados são o que é importante. O conhecimento interior ea ligação profunda com os outros reinos, outras realidades e outras dimensões é o objetivo verdadeiro e autêntico. Perceber e reconhecer que você está livre. Livre para ser sempre a sua atenção e intenção é focada. Sacudir a limitação da sua forma sólida e divertidamente esticar sua consciência. Torná-lo um jogo, dar-se permissão.

Você é tão livre para viajar a outras realidades e dimensões, como sempre. É apenas uma questão de onde você coloca a sua atenção. Lembre-se de energia segue o pensamento. Então, mudança de seus pensamentos e mudar a sua natureza sensível e você vai jogar fora suas crenças limitadas que mantê-lo ancorado a apenas uma realidade.A coisa importante a lembrar aqui é que a interação constante com os outros pode ser uma distração para a capacidade sutil de alterar sua consciência e mudar seu foco para as dimensões aninhados em que você mora. É por isso que é valioso para mediar, a pé, permitem tranquilidade e criatividade a fluir.


 É nesses lugares que você gentilmente para outra dimensão. Você tem todos os experientes entrando em um estado alterado de consciência, em outra realidade. Ele pode ter ocorrido quando você tem sido focada em um projeto criativo e você se sentiu ligado a tudo, ou talvez ouvindo boa música ou xamânica bateria. Talvez isso ocorreu enquanto você estava na natureza e houve uma mudança e você percebeu que estavam em um espaço diferente e no tempo. Lembre-se que existe estabilidade e equilíbrio oferecidos, bem como a expansão suave e natural e contração dentro do grandioso maior realidade cósmica.

Há muita ajuda a ser dada neste momento para despertar a humanidade para a riquíssima variedade de multi-realidades, multi-dimensões. É um grande playground, mais livre playground. Ele está montando o fluxo de energia e é a leitura da assinatura energia do momento, é abrir a porta a todas as possibilidades e adentrando em cada nova consciência e possuir a sua multidimensionalidade.
À medida que aumenta a sua vibração pessoal e freqüência que operam em maior ressonância. Este convida a realidade expandida para abrir para você. Equilíbrio .... risos ... alegria ... gratidão e apreço são bilhetes vibracional que permitem que você montar em realidades de admiração e reverência. Está cada mestres, altamente qualificados, os seres qualificados que tenham cloaked-se com carne e entrou esta dimensão, esta realidade, este jogo, a fim de transformar a energia densa disfuncionais que está sendo gerado pela humanidade. Esta é a sua atribuição, o seu serviço.

A humanidade em seu planeta tem a grande oportunidade para despertar da ilusão. Você está sendo convidado a se juntar as famílias galácticos e starbeings outros que estão mantendo a visão da cura da terra. Muitas realidades e dimensões estão assistindo, porque o que acontece aqui em seu planeta vai afetar o todo, afetará as realidades e as dimensões.

Não há assistência que estão sendo oferecidos para a terra do starfamily, os planetas, o grande sol central, o mais santo dos santos, ea mente divina do criador.

Convidamos você e starhumans despertar outros para segurar a âncora e foco para esses dons energéticos que estão sendo derramadas sobre você, como nós falamos. Somos gratos por quem você é e sua constante disposição para oferecer a si mesmo no serviço e no amor com o todo. Saibam que vocês são reconhecidos e apreciados como você transformar qualquer e todos os desafios que estão diante de você. Nós reconhecemos que como um ser divino multidimensional de energia consciente pura.

O 'time'© 2011 Peggy Preto Todos os direitos reservados.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Indígenas das Américas admitem sua origem não terrestre



Indígenas de todo o mundo têm tido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus “amigos cósmicos” 

A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica. Por 15 anos seguidos a reserva Yankton do índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a idéia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de “Nações das Estrelas”, seres extraterrestres. O chefe crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências. A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan.

Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus. Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática. O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas.

Estrela de seis pontos

O objetivo das conferências é divulgar de maneira mais clara e ampla as tradições e os conhecimentos indígenas dos nativos norte-americanos – os peles-vermelhas –, que até o início dessa série de eventos somente eram mencionadas dentro do próprio grupo. Todos os participantes deste acontecimento, ao longo dos 15 anos em que vem sendo realizado, têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos que ocorrem hoje em várias partes do mundo já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos. Se já era conhecimento deles as mudanças pelas quais a Terra irá passar, decidiu-se através destes eventos difundir as profecias indígenas para o restante da população planetária. De acordo com o que foi discutido no último evento, por exemplo, a origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como de procedência extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas pelos ensinamentos transmitidos pelo que chamam de “Povos das Estrelas”, quando em visitas aos peles-vermelhas. A mais importante das profecias é seguramente a que se refere à iminente manifestação sobre a Terra das civilizações alienígenas, o que os indígenas acreditam que deverá acontecer muito brevemente. O idealizador do evento e guardião do chamado “altar da nação da estrela de seis pontos”, Standing Elk, revelou em sua apresentação que “os homens remediadores” – uma espécie de líderes místicos de cada tribo –, têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe-Terra, como a águia, o alce, o coiote e principalmente com seres provenientes das Nações das Estrelas. Este poder de transmissão constituiria, segundo ele, uma séria ameaça para as instituições religiosas, econômicas e governamentais do planeta, pois civilizações do Universo estariam entrando em contato com os peles-vermelhas através de métodos espirituais – o que é abominado pelo governo dos EUA.

Segundo Standing, as Nações das Estrelas, como se sabe há milênios, não adotam qualquer sistema monetário em seus planetas, porque sua estrutura social é baseada em práticas mentais, espirituais e universais. Ele vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos, e das instituições religiosas. Este é o motivo principal que induziu os donos do poder a considerar ilegal o credo das tribos Lakota e Dakota, banindo suas tradições culturais seculares. A censura valeu até o momento em que o ex-presidente Jimmy Carter promulgou, em agosto de 1978, uma lei que reconhecia a capacidade de os nativos terem suas próprias formas de religiosidade – conhecida como Ato para a Liberdade de Religião. Nos anos que precederam a promulgação da lei, o governo dos Estados Unidos punia os líderes espirituais com severidade, chegando a condená-los a mais de trinta anos de detenção caso fossem vistos ou se realizassem atos de prece às Nações das Estrelas durante as cerimônias tradicionais celebradas em sua língua original. “Para cristianizar os pagãos, os EUA cortavam as rações de comida necessárias à sobrevivência dos peles-vermelhas. Usavam este meio para constranger os nativos a aprender o modo do viver de um cristão”, explicou Standing. Com isso, impediam que se alastrasse sua cultura tradicional, que os levou a crer que eram descendentes de seres não-terrestres.

 De acordo com o líder da nação Lakota, as pessoas que se esforçavam para preservar seus ritos místicos e sua cultura eram privadas do fornecimento de comida por vários meses. “E quem realmente executava essas barbaridades, inclusive com crianças” – conforme declarou em cerimônia durante um dos últimos eventos da série – “eram chefes religiosos e não propriamente as autoridades do governo norte-americano”. Por estes motivos e pela tentativa do homem branco em explorar o conhecimento dos homens das estrelas apenas por interesses de caráter econômico, os líderes espirituais das tribos indígenas decidiram manter a mais total discrição em relação aos seus conhecimentos cósmicos, informando aos seus descendentes somente o que fosse necessário para a construção de seu espírito. Isso vem acontecendo gradativamente, há muitos anos.

Degradação ambiental

Hoje, segundo Standing, chegou-se a um nível de degradação ambiental suficiente para induzir os povos das estrelas a instruírem os homens remediadores a defenderem a mensagem que representa a chave da salvação da humanidade. Ele citou como exemplo de confirmação desta realidade que, quando criança, foi testemunha de avistamento de UFOs variadas vezes, “mas sempre com um propósito,” declarou. Num desses casos, viu quatro esferas luminosas de cor verde sobrevoarem por alguns instantes a área próxima ao Rio Missouri e, de dentro delas, saírem seres alienígenas. Em uma outra ocasião, teve a extraordinária oportunidade de ver bem de perto uma destas entidades. O ET vestia-se de branco, tinha cerca de 2,10 m de altura e o seu aspecto recordava um homem de origem caucasiana. O líder espiritual dos Lakota relatou também que uma vez visitou o interior de um disco voador. A aeronave era cheia de luz e continha aparatos similares aos computadores atuais. Como esse, os lakotas têm tido inúmeras experiências de contatos com seres extraterrestres.

Povos das Plêiades

Standing Elk cita em suas palestras vários depoimentos por ele obtidos através de outros líderes espirituais. De acordo com sua pesquisa, existiriam no universo inúmeras raças alienígenas. As lendas dos Sioux falam de civilizações provenientes das Plêiades e dos sistemas estelares de Sírius e Órion. Um homem remediador da tribo dos Sioux relatou a Standing Elk um encontro que teve com um ser pertencente à raça por nós definida como Grays, os cinzas. O fato teria ocorrido durante um rito de purificação e iniciação que se desenvolve no interior de uma tenda indígena, onde são exaltados os quatro elementos da natureza – terra, ar, água e fogo. Outro detalhe interessante mencionado pelo líder dos Lakota diz respeito aos símbolos encontrados nos destroços do UFO acidentado em Roswell. Segundo ele, cada um daqueles criptogramas tinha dois significados, referindo-se um às lendas universais e, o outro, às espirituais. “Vários de nossos irmãos nativos estiveram próximos do local da queda e se sensibilizaram com os mortos”, diz. A exposição dos pensamentos de Standing Elk é seguida pela do conselheiro espiritual da nação Oglala Floyd Hand, já plenamente aculturado, que fala dos seres denominados de avatáres. Tais figuras, semelhantes aos mestres Jesus, Buda e Maomé, seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam vários formatos. A lenda da Mulher Bisão Branco, por exemplo, é um deles. Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos a acontecer no futuro, a maioria dos quais confirmados. A lenda fala de um ser que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo nativo através de um meio de conhecimento do tipo universal. Sua presença entre os peles-vermelhas veio a influenciar de maneira notável seus modelos de vida social. Hand explica que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres. Segundo ele, o povo das estrelas retornará à Terra brevemente e tal acontecimento será precedido por algumas mudanças. A primeira delas está estreitamente ligada aos fenômenos naturais, como as inundações, terremotos e incêndios florestais.


Os índios Xikrin, uma das muitas facções da nação Kayapó, do Alto Xingu. Eles acreditam ser descendentes de seres espaciais e ainda realizam rituais de homenagem a eles

“Nos próximos anos, grande parte do território mundial sofrerá uma seca extremamente intensa e se registrará um considerável aumento de mortes devido à falta de alimentos”, declarou Hand. Os fenômenos El Niño e La Niña são confirmações indiretas de tal profecia e voltarão a se repetir no futuro, cada vez com mais intensidade. A morte de milhares de africanos, todos os dias, há tantos anos, também se mostra como uma verificação da terrível previsão. Hand disse que os nativos peles-vermelhas chamam os Estados Unidos de “Ilha das Tartarugas”, pois este animal é considerado sagrado pela maior parte das antigas culturas centro-americanas. Os Hopi, por exemplo, celebram até hoje um ritual denominado Festa da Dança das Tartarugas, durante o qual são entoados cantos em honra de dois Katchinas, seres celestiais provenientes das estrelas à Terra montados em uma enorme tartaruga, segundo os nativos. Também em outros países encontramos nações indígenas que crêem que a Terra tem o formato de uma grande tartaruga…

Nações das estrelas

De maneira geral, todos os líderes espirituais que participam anualmente do Star Knowledge enfatizam a importância em se acreditar nos UFOs. Harry Charger, ancião Lakota, concentra seus ensinamentos aos presentes explicando a tradição do seu povo. Charger falou de numerosas visitas que extraterrestres teriam feito aos índios durante os rituais de iniciação – chamados de Sweat Lodge. Ele declara abertamente que as Nações das Estrelas estão preocupadas com a situação desastrosa pela qual atravessa o planeta Terra, devido às operações destrutivas do homem. O ancião afirma também que os irmãos estelares visitam sua tribo indígena há tempos, e que ele se habituou desde pequeno com a idéia de que o homem não era o único habitante do universo. Charger narra ainda uma lenda que tem como protagonista uma jovem e belíssima mulher, que aparecera a dois exploradores Lakota e transmitiu a eles seus preciosos ensinamentos espirituais. Um dos homens, entretanto, tentou seduzir a misteriosa fêmea e acabou morrendo. O outro, pelo contrário, prestou respeitosa atenção e divulgou ao seu povo as inestimáveis pérolas de conhecimento recebidas. Charger faz questão de deixar no ar uma pergunta: “Qual será a reação de cada um de nós quando o povo das estrelas retornar à Terra?” Mas não foram somente os chefes místicos das tribos que se pronunciam no competido evento. O nativo Lakota Steve Red Buffalo, um estudioso que não participa do grupo espiritual de seu povo ativamente, defende que os Lakota provêm da Constelação das Plêiades. Fala também do Chanupa, o sagrado cachimbo que simboliza a união entre a Terra e o céu. “A Terra é representada pela cavidade do cachimbo e o céu é o canal oco do mesmo, através do qual a fumaça é aspirada para depois ser expirada na direção do espaço”, comparou Buffalo. Com essa linha de abordagem, no último evento da Star Knowledge, o líder espiritual dos Dakota, Wambdi Wicasa [Homem Cervo], despertou o interesse de todos fornecendo uma interpretação totalmente nova para os círculos ingleses, em especial um encontrado a 120 km de Londres, em junho de 1995. Segundo ele, a formação tratava-se de um pictograma composto por cinco círculos concêntricos que representam a vida. A circunferência externa correspondia às Nações das Estrelas, enquanto que as mais internas representavam os quatro povos da Terra.

Segundo a cultura dos indígenas norte-americanos, cada raça do planeta representa um dos quatro elementos da natureza. A branca simboliza o fogo e a negra, a água. Os povos amarelos são representados pelo ar e os vermelhos, pela terra. Wicasa acredita que as quatro raças primordiais terrestres, esquecendo-se quais foram seus papéis e quais elementos representavam, cometeram graves erros e geraram a desastrosa situação de degradação ambiental em que estamos vivendo. “O espírito que me encontrou disse que toda a humanidade deveria ter recebido a mesma cultura que os povos indígenas. Como isto não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta. Nosso tempo está desde já alcançando seu término. Logo não mais existirão automóveis, televisores ou qualquer outro bem material. A Terra está prestes a entrar na quinta era. Mas antes de unir-se à dimensão espiritual, deverá viver novas e diversas épocas”, garante Wicasa.

Descendentes de extraterrestres

A tribo dos Choctaw também se pronuncia com energia nas edições do Star Knowledge e da última vez o fez através de seu representante Preston Scott, que também defende que os nativos do planeta sejam descendentes de povos extraterrestres. Scott conta a história de um jovem índio que recebeu energia de um raio de luz, fazendo a indicação de que se tratava de uma nave. Para o povo Heyoka, aliado secular dos índios Choctaw, tal acontecimento é visto como uma espécie de batismo espiritual – que, para o homem branco, é a chamada abdução. Scott narra abertamente um encontro que teve com três seres extraplanetários quando escalava uma montanha próxima à sua aldeia. As criaturas lhe instruíram a ir para a terra dos Lakota, onde receberia lições espirituais para transmitir ao seu povo. “Graças a estes ensinamentos, os Choctaw superaram o momento de crise pelo qual estavam atravessando e reencontraram o caminho correto”, afirma. Os Lakota são os que mais se pronunciam durante o evento anual, talvez por terem elos mais fortes com os povos das estrelas. Outro homem remediador da tribo, Holly Bull [Touro Sagrado], relatou ter visto um UFO sobrevoar o Bear Butte, um pico vulcânico das Montanhas Negras, considerado sagrado pelos Sioux. Bull fala amplamente dos altares que existem “na terra das Nações das Estrelas”, segundo sua expressão, descrevendo-os como lugares repletos de objetos de inestimável valor espiritual, pertencentes aos líderes místicos de cada tribo. Ele também, como outros, teve o extraordinário privilégio de encontrar um ser proveniente do céu, que se declarou profundamente preocupado com a Mãe-Terra, gravemente ferida devido à ambição humana.

Para representar a tremenda importância e magnitude de nosso planeta, Holly Bull cita as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattle, da tribo Swamish: “Esta Terra é preciosa para Deus e tratá-la mal é desprezar seu Criador. Contaminais vosso leito e uma noite sufocareis nos vossos lixos. A Terra não pertence ao homem, mas o homem pertence à Terra. Todas as coisas estão ligadas. Qualquer coisa que se sucede à Terra, procede aos filhos da Terra. O homem não teceu a trama da vida, ele é um fio. Qualquer coisa que faça à trama, faz a si mesmo. O fim da vida é o início da sobrevivência”. No entanto, para Bull, a humanidade, aprisionada em sua própria e presunçosa ignorância, não segue estas palavras. No término do último congresso realizado em Wagner, durante a cerimônia da Dança do Sol, Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano. Disse que, num futuro próximo, deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra. “Este período será de grandes provas e virá seguido por mil anos de paz”, fala o sábio guerreiro. Ainda de acordo com ele, existiriam entidades e forças que não desejam a tranqüilidade e que a verdade seja revelada, o que faria finalmente do homem um ser livre. Mas os peles-vermelhas estão convictos de que as profecias já estão acontecendo, graças a um relacionamento milenar entre eles e seres extraterrestres. Standing Elk não hesita em declamar o que chama de a derradeira mensagem : “Depois que a última árvore tenha sido derrubada. Depois que o último rio tenha sido envenenado. Depois que o último peixe tenha sido capturado. Então, descobrirás que o dinheiro não pode ser comido”.


Autor: Sonia Cordella
Fonte: UFO Especial 31
Crédito da foto: Smithsonian Institute

domingo, 26 de junho de 2011

VISÃO CIENTIFICA DA AYAHUASCA

A visão científica sobre Ayahuasca




A AYAHUASCA é resultado da decocção de duas plantas, um cipó de nome Jagube (Banisteriopsis Caapi) e a folha de um arbusto de nome Chacrona (Psicotria Viridis), portanto, nosso tratamento é de caráter fitoterápico e complementar, contudo, em nossa experiência asseguramos que é possível, em apenas um Ritual de uma noite o indivíduo se libertar do vício químico, orgânico e mental. Elucidamos ainda que PESQUISAS CIENTÍFICAS sobre a AYAHUASCA afirmam que esta substância NÃO causa dependência e nenhum malefício ao organismo humano e ao aparelho psíquico, o que pode ser comprovado através de diversos estudos que serão expostos neste site e também por decisões do CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS – CONAD, como as RESOLUÇÕES Nº 05 de 04 de novembro de 2004 e N° 01 de 26 de janeiro de 2010 , informações que podem ser confirmadas pelo Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e Presidente do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas, GENERAL DE EXÉRCITO JORGE ARMANDO FELIX ou o SECRETÁRIO EXECUTICO DO CONAD, GENERAL DE DIVISÃO PAULO ROBERTO YOG DE MIRANDA UCHÔA.

A Ayahuasca não causa dependência fisiológica ou comportamentos associados à dependência como abstinência, comportamento de abuso ou perda social, devido ao sistema serotoninégico. Não se observa deterioração física ou psicológica com o uso regular (Callaway et al. 1999).

Você sabia que uma substância que tem em sua composição bioquímica Dimetiltriptamina (DMT), ela precisa de no mínimo 2% de DMT em sua farmacologia para ser enquadrada como droga alucinógena?

A AYAHUASCA tem 100 vezes menos DMT do que é estipulado pela CIÊNCIA: sua composição farmacológica padrão é de 0,02% de DMT, portanto de acordo com os parâmetros científicos internacionais, a Ayahuasca não pode ser considerada droga, de tal forma que não consta da lista de substâncias proscritas da Organização das Nações Unidas – ONU
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A VISÃO CIENTÍFICA SOBRE AYAHUASCA
Rodrigo Borges de Avó – biólogo
Introdução

A terminologia da palavra “ayahuasca” apresenta muitos significados, sendo os mais peculiares: “chicote da alma” e “pequena morte” (LAKOTAS, 2007).

Os primeiros relatos europeus desta bebida foram feitos pelos jesuítas, que a

descreveram como uma “bebida diabólica”, possívelmente por sua propriedade psicoativa. A utilidade desta decocção só foi descrita para os europeus por Richard Spruce, em 1873 (CALLAWAY, 2005a).

Ayahuasca, Daime ou “Vinho das Almas” é a bebida resultante da decocção de duas plantas nativas da Amazônia : jagube – Banisteriopsis caapi [(Spruce ex Griseb.) C.V. Morton] , liana da família Malpighiaceae; e chacrona – Psycotria viridis (Ruiz & Pav.), arbusto da família Rubiaceae, que pode chegar a três metros de altura, do qual se utilizam apenas as folhas (Freitas, 2002).

Farmacologia

O B. caapi contém β-carbolinas como harmina, tetrahidroharmina, e harmalina (inibidores da enzima monoaminoxidase-MAO). Já a Psycotria viridis contém principalmente N,N-dimetiltriptamina (DMT), agonista de receptores serotoninérrgicos 5-HT2A (McKenna et al., 1984).

Mesmo sendo um potente psicoativo, a N,N-dimetiltriptamina é inativa em doses de até um grama por via oral, provavelmente devido à degradação pela enzima MAO do trato gastrintestinal e fígado (McKenna, 2004). Porém, quando a DMT se combina com os inibidores da enzima MAO, como as β-carbolinas, se torna capaz de atingir o sistema circulatório e o sistema nervoso central, produzindo seus efeitos psicoativos (McKenna et al., 1984), sendo efeito da DMT a hiperativação prolongada das funções cerebrais de percepção (perceptivas), de conhecimento (cognitivas) e de memória, que representam a base do psiquismo humano, no que diz respeito aos aspectos operativos da consciência: conhecer, compreender e memorizar ou recordar (Freitas, 2002).

A inibição dos dois sistemas, MAO e reabsorção de serotonina, pelas β- carbolinas presentes no jagube, podem resultar em elevados níveis de serotonina no cérebro (McKenna et al., 1998).

Ausência de dependência

A droga-adição é uma enfermidade crônica caracterizada por forte compulsão em adquirir e consumir uma determinada droga psicoativa e por alta incidência de recaída após períodos prolongados em abstinência (Koob, 2000; Nestler, 2002; White, 2002; Kalivas et al., 2003). Sem dúvida a dopamina é a molécula mais diretamente implicada na dependência às drogas de abuso, principalmente atuando na via mesolímbica dopaminérgica, conjunto de neurônios dopaminérgicos que se originam na área tegmentar ventral e projetam-se para o núcleo acumbens e córtex pré-frontal (Koob, 2000; White, 2002; Nestler, 2002; Wise 2002). Ainda, sabe-se que o sistema serotoninérgico modula ativamente o funcionamento da sinalização dopaminérgica (Vengeliene et al., 2008). Neste sentido, a manipulação farmacológica do sistema serotoninérgico representa um importante alvo terapêutico no contexto da dependência química.

A Ayahuasca não causa dependência fisiológica ou comportamentos associados à dependência como abstinência, comportamento de abuso ou perda social, devido ao sistema serotoninégico. Não se observa deterioração física ou psicológica com o uso regular (Callaway et al. 1999). Diferentemente do álcool, da cocaína e anfetamina, que utilizam do sistema dopaminégico, causando elevados níves de prazer

Ausência de intoxicação

Do ponto de vista metabólico, níveis de serotonina aumentam depois da inibição da MAO, estimulando o nervo vago do cérebro, o qual inerva o trato digestivo. Evacuação do trato digestivo superior e inferior pode ocorrer com ingestão de doses excessivas de Ayahuasca, o qual é um reflexo natural que atua como um falso mecanismo de defesa contra a possibilidade de uma “overdose” fatal neste caso (CALLAWAY, 2005b), dificultando ainda mais a ingestão da dose letal.

Dose letal é a quantidade de uma substância que uma vez ingerida leva ao óbito, sendo que na Ayahuasca esta dose é de 7,8 litros. Para fins de comparação, a dose letal da água pura é de 10 litros; a do suco de maracujá, 8 litros e a do uísque e da cachaça brasileira, 1 litro. Vale ressaltar que em um ritual de consciência ampliada de 12 horas, em determinados institutos é ingerido no máximo 200mL da bebida (LAKOTAS, 2007).
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Alucinações ou visões?



Segundo o ponto de vista farmacológico, a DMT, LSD, mescalina e a psilocibina são considerados alucinógenos de primeira classe (DITTTRICH, 1998), pois, estes são agonistas dos receptores 5-HT2A, ocorrendo alucinações.

A DMT está presente em tecidos de mamíferos, animais marinhos e anfíbios. Nos seres humanos é uma substância endógena encontrada no sangue, urina e no fluído cérebroespinhal. Possivelmente liberada pela glândula pineal, a DMT é produzida em estados profundos de meditação, no nascimento e em experiências de quase morte (STRASSMAN, 2001).

As β- carbolinas podem apresentar alguma psicoatividade, e podem contribuir para a atividade psicotrópica em geral proporcionada pelo Daime, porém é provavelmente incorreto caracterizar as propriedades psicotrópicas das β-carbolinas como alucinógenas ou psicodélicas (SHULGIN et al., 1997). Em dose regular de Ayahuasca, as β- carbolinas estão abaixo do limiar de sua dose alucinogênica (MCKENNA, 2004).

Alguns autores consideram que o uso do termo “alucinógeno” para a Ayahuasca não é apropriado, pois esta manifesta visões, e não alucinações. Porém, é necessário mais estudos para haver melhor classificação.

Propriedades teraupêuticas

Na última década tem sido verificado um interesse particular quanto à utilização da bebida para fins terapêuticos. Estes trabalhos baseiam-se no fato de que a Ayahuasca, embora potencialmente psicoativa, não apresenta outros efeitos adversos importantes. De fato, em um estudo comparativo, Gable constatou que entre a codeína, mescalina ou metadona, a DMT é o composto que possui uma maior janela terapêutica. Além disso, diferente da codeína ou metadona, a DMT tem potencial mínimo de causar dependência química (Gable, 2007). Ainda Doering-Silveira e colaboradores constataram que adolescentes que utilizavam Ayahuasca num contexto religioso não apresentaram prejuízos de desempenho em testes de atenção rápida, procura visual, sequenciamento, velocidade psicomotora, habilidades visuais e verbais, memória e flexibilidade mental (Doering-Silveira et al., 2005).

Segundo McKenna, a análise da personalidade dos indivíduos experimentais (com Ayahuasca) tendiam a ser pessoas mais seguras, calmas, dispostas, alegres, emocionalmente maduras, ordeiras, persistentes e confiantes em si mesmas em relação aos indivíduos do grupo controle (Mckenna et al., 1998).

Os potenciais terapêuticos já foram relatados por diversos autores, no caso de terapia para vícios (abuso de álcool, tabaco, anfetaminas etc), como em alguns tratamentos de desordens psiquiátricas, tais como alcoolismo, depressão, autismo, esquizofrenia, desordem de déficit de atenção por hiperatividade, demência senil, são baseados em certas substâncias presentes na Ayahuasca capazes de modular a expressão dos genes dos transportadores de serotonina (McKenna, 2004).

O uso terapêutico do “Vinho das Almas” tem sido estudado por alguns grupos de pesquisadores que verificaram que o consumo agudo da bebida, embora não altere de forma significativa os sintomas de pacientes com transtorno de ansiedade generalizada, minimiza drasticamente os sintomas de pacientes com síndrome do pânico (Santos et al., 2007). Ainda, em um estudo recente realizado no Hospital Universitário da Universidade de Harvard, foram questionados 40 usuários que utilizavam Ayahuasca semanalmente. Dentre destes, 19 usuários possuíam critérios para transtornos psiquiátricos. Foi constatada uma remissão parcial dos sintomas psiquiátricos em 24% destes pacientes, sendo que 32% dos 19 participantes acreditaram que a diminuição dos sintomas estava relacionada à questão religiosa associada ao uso da Ayahuasca. O achado mais interessante foi que dos 40 participantes do trabalho, 60% apresentavam histórico de dependência ao álcool ou outras drogas de abuso. Ainda, considerando a amostra com problema de dependência, 55% relataram remissão total dos sintomas e 21% acreditavam que a “cura” foi decorrente dos aspectos religiosos associados ao uso da Ayahuasca (Halpern et al., 2008).

O transtorno afetivo genericamente denominado de “depressão” é caracterizado por sentimentos de tristeza, autodepreciação, desvalorização, abandono, culpa, desesperança, ideias de suicídio, apatia, incapacidade de sentir prazer, angústia, “vazio emocional” e alterações físicas como transtornos de sono, apetite e função sexual, indigestão, boca seca, palpitações, tremor, sudorese, dificuldade de concentração, dificuldade respiratória, dor, etc (Graeff e Brandão, 1999). Este fenômeno possui relações com a psiquiatria, genética, psicologia experimental, psicofarmacologia, neuroquímica, neurofisiologia e biologia molecular, o que corrobora suas possíveis bases neurobiológicas (Santos, 2006).

O tratamento farmacológico da depressão tem utilizado várias substâncias nos últimos anos, entre elas, os inibidores da monoamino oxidase (IMAO’s), os antidepressivos tricíclicos e os inibidores seletivos da recaptação de serotonina. Os IMAO’s são antidepressivos que inibem irreversivelmente ou reversivelmente a MAO-A, que desamina preferencialmente noradrenalina e serotonina, ou a MAO-B, que, por sua vez, desamina a beta-feniletilamina e benzilamina, aumentando as concentrações destas substâncias no cérebro. A principal ação farmacológica dos antidepressivos tricíclicos é a capacidade de bloqueio da recaptação neuronal de monoaminas cerebrais, entre elas, a serotonina e a noradrenalina. Os antidepressivos inibidores seletivos da recaptação de serotonina impedem o retorno deste neurotransmissor para o neurônio pré-sináptico, fazendo com que a serotonina permaneça mais tempo na fenda sináptica, ou seja, age como um agonista serotoninérgico indireto. As três classes de antidepressivos possuem a capacidade de aumentar as concentrações da serotonina no cérebro, por meio do bloqueio de sua recaptação ou da inibição de sua desaminação (Santos, 2006).

O fato da Ayahuasca possuir em sua composição química alcalóides capazes de inibir a monoamino oxidase (harmina, tetrahidroharmina e harmalina), a recaptação seletiva de serotonina (tetrahidroharmina) e de mimetizar a ação deste neurotransmissor (DMT), propriedades compartilhadas por diversas substâncias usadas no tratamento farmacológico depressão, levanta-se a possibilidade de melhora destas patologias com o uso da Ayahuasca (Santos, 2006).

Pelo exposto, torna-se claro que a Ayahuasca apresenta potencial terapêutico para dependência química e depressão. O uso de certas plantas para o tratamento de dependentes químicos já vem sendo aplicado por alguns anos, como no caso da Tabernanthe iboga cujo princípio ativo é a ibogaína, utilizada para tratamento de dependentes de heroína, cocaína, anfetamina e álcool (Hittner e Quello, 2004).

Considerações finais:

É responsabilidade do “Padrinho”, líder espiritual do instituto, tomar as devidas precauções, como de não ingerir Ayahuasca em casos de mulhers grávidas acima de três meses, cirurgias próximas, uso de medicamentos restritos, histórico de distúrbios mentais, hepatite, bem como pessoas debilitadas físicamente.

Por fim, não se deve utilizar ou misturar drogas com Ayahuasca.





ayahuascaCRONOLOGIA DA AYAHUASCA

2000 A.C. - Há evidências arqueológicas, através de potes e desenhos, que levam a crer que o uso de um chá, feito da PLANTA MESTRA, era conhecido entre os povos do continente desde pelo menos 2.000 A.C..

Século XIII - O inca Manco Capac funda Cuzco (que significa "O Umbigo do Mundo"), capital do Império e estabelece um Estado Teocrático Absolutista. Não se sabe ao certo se aprendeu com os nativos da floresta ou se introduziu o costume de tomar um misterioso CHÁ, reservado apenas aos nobres de sua corte.

Século XVI - Há relatos de que os espanhóis e portugueses observaram a utilização de bebidas na cultura indígena e recriminaram-na: "quando bêbados, perdem o sentido, porque a bebida é muito poderosa; por meio dela comunicam-se com o demônio, porque eles ficam sem julgamento e apresentam várias alucinações que eles atribuem a um deus que vive dentro destas plantas". (Guerra, 1971). No BRASIL começa para os habitantes nativos do litoral atlântico o GRANDE BALANÇO. A primeira coisa que ocorre é a restrição da LIBERDADE religiosa.

BRASIL COLONIA DE PORTUGAL

1500 - Pedro Álvares Cabral chega ao BRASIL em nome da Igreja Católica Apostólica Romana e inicia a cristianização e a escravização dos povos nativos. No período português do povo brasileiro existiam duas possibilidades: ser livre ou ser escravo, e a liberdade era então somente a do cristão, o que fez surgir o sincretismo religioso.

1533 - Os espanhóis chegam ao Império Inca. Conta a lenda que o inca HUASKAR se refugiou na Floresta Amazônica e levou a receita do misterioso CHÁ. Depois de sua morte, a PLANTA MESTRA passou a ser conhecida como Aya (alma de) Huaskar (chicote), ou seja, Ayahuaska, ou Ayahuasca.

1591 - 1ª visitação da Inquisição no Brasil (BA-PE). Haverá outras em 1618 e 1769. Alguns réus irão para a fogueira em Portugal.

1616 - O uso da Ayahuasca é condenado pela Santa Inquisição.

Século XVII - As missões jesuítas informam a corte portuguesa sobre a existência de "poções diabólicas" feitas pelos índios do Amazonas.

 
BRASIL IMPÉRIO
1840 - A Harmalina é isolada da planta Peganum Armala em laboratório na Europa.

1849 - O botânico inglês Richard Spruce remete às escondidas para o "Jardim Botânico de Kew" da Inglaterra, mudas de algumas das 11 espécies da SERINGUEIRA. De 1849 a 1864 viajou intensamente através da Amazônia brasileira, venezuelana e equatoriana, para montar um inventário da variedade de espécies de plantas lá encontradas (Schultes and Raffauf, 1992). Spruce fez grande número de descobertas valiosas, incluindo Hevea, os genes da Seringueira e Cinchona, da qual o quinino é derivado e usada pelos nativos da floresta para se fazer bola. Identificou também uma das fontes primárias de uma poderosa destilaria de alucinógenos usada por indíos Mazan e Zaparo, chamada ayahuasca ("vinho das almas " ou "vinho dos mortos", na língua quechua).

1851 - Richard Spruce percorre o Rio Negro no interior do Estado do Amazonas e constata que os nativos Tucanos usam a planta Caapi, que ele classifica como pertencente à ordem das Malpigiáceas e ao gênero das Banisterias.

1858 - Spruce encontra a mesma planta sendo usada na tribo Guahibo, na margem superior do rio Orinoco, na Colômbia e Venezuela e, no mesmo ano, entre os Záparos dos Andes peruanos, que denominavam-na Ayahuasca. Villavincencio é o primeiro a descrever o misterioso chá no Rio Napo, na Amazônia equatoriana.

1886 - Simson's é o primeiro a observar a mistura das plantas na cocção da Ayahuasca.

 
BRASIL REPÚBLICA

1891 - A REPÚBLICA no Brasil introduz o princípio de separação entre a Igreja e o Estado. O Marechal Deodoro da Fonseca, chefe provisório da República dos Estados Unidos do Brasil, constituído pelo Exército e pela Armada, em nome da Nação, decreta:
Art. 1º - É proibido à autoridade federal, assim como à dos Estados federados, expedir leis, regulamentos ou atos administrativos estabelecendo alguma religião ou vedando-a, e criar diferenças entre os habitantes do Brasil, por motivo de crenças, opiniões filosóficas ou religiosas.

1903 - Ocupação brasileira do território do Acre, que pertencia à Bolívia. Chegam homens vindos dos estados do Ceará e do Maranhão, os soldados da borracha, para a extração do látex. Entram em contato com os nativos.

1902 - O exército de seringueiros de Plácido de Castro toma Xapuri.

1903 - Rebeldes acreanos de Plácido de Castro tomam Puerto Alonso da Bolívia.

1905 - A "telepatina" - outro nome da harmina - é identificada como o "yajé" dos índios (Zerda e Bayon).

1907 - O Marechal Rondon, do Exército Brasileiro, chega às regiões da fronteira amazônica.

1909 - O português António Olívio Rodrigues funda, em 27/6/1909, o Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, em São Paulo, sob influência do pensamento filosófico Martinista, criado pelo ocultista Papus. A.O.R. Introduz então cursos esotéricos e faz a distribuição de livros sobre ocultismo e astrologia por correspondência, uma novidade para época.

1909 - Rondon conclui a ligação telegráfica do Amazonas (997 km de selva).

1912 - Raimundo Irineu Serra migra para o Acre, vindo do Estado do Maranhão. Lá atua como seringueiro, soldado da Guarda Territorial, e já é conhecido CURADOR.

1913 - Em Brasiléia (fronteira com o Peru), Irineu experimenta a Ayahuasca com nativos.

1915 - Perto de CUSCO, ex-capital do Império Inca, Mestre Irineu recebe do plano astral o seu primeiro ÍCONE, que chama de Hino.

1918 - Irineu Serra é reconhecido pelo xamã peruano Dom Crescêncio Pizango, em uma sessão de Ayahuasca, como sendo o herdeiro do conhecimento do inca Huaskar. Segundo Pizango, Mestre Irineu era a pessoa que estava em condições espirituais de revolucionar a Ayahuasca no mundo.

1920 - Surge a primeira igreja oficial do Santo Daime na cidade de Rio Branco, capital do Acre, no bairro hoje conhecido como Alto Santo. Mestre Irineu urbaniza a planta sagrada e lhe dá um novo nome: SANTO DAIME.

1931 - A N. N. Dimetiltriptamina (DMT) é sintetizada e identificada como outro alcalóide deste chá.

1934 - A nova Constituição Brasileira declara: Art. 113, prg. 4: É inviolável a liberdade de consciência e de crença e garantido o livre exercício dos cultos religiosos, desde que não contravenham à ordem pública e aos bons costumes. As associações religiosas adquirem personalidade jurídica nos termos da lei civil.

1943 - José Gabriel da Costa, capoeirista, ex-soldado, seringueiro, vem da Bahia para o Acre.

1945 - Daniel Pereira de Matos, músico, poeta e amigo de Mestre Irineu, funda a Capelinha, depois Capelinha de São Francisco e, finalmente, BARQUINHA, no estado do Acre, em Rio Branco.

1955 - A N. N, Dimetiltriptamina (DMT) é identificada como substância natural na planta Piptadenia peregrina (Anadenanthera peregrina).

1957 - Hochstein e Paradies encontram, além de Harmina, a Harmalina e a Tetrahidroharmina na Planta Mestra.

1959 - José Gabriel da Costa encontra a Ayahuasca pelas mãos de um seringueiro chamado Chico Lourenço, em Colocação de Capinzal, na fronteira com a Bolívia.

1961 - José Gabriel da Costa, em Porto Velho, no Estado de Rondônia, funda no dia 22 de julho a UDV - União Do Vegetal - adotando o nome Hoasca para a planta.

1975 - Sebastião Motta registra a entidade religiosa e filantrópica denominada CEFLURIS - Centro Eclético da Fluente Luz Universal Raimundo Irineu Serra, no Estado do Amazonas.

1982 - A Sede Central da UDV sai de Rondônia e se fixa em Brasília.

1985 - O CONFEN, Conselho Federal de Entorpecentes, constitui um grupo multidisciplinar de trabalho com o objetivo de analisar sob o ponto de vista médico-farmacológico, jurídico e social o uso do chá em rituais religiosos.

1987 - O uso da Ayahuasca dentro de contexto religioso começa a ser estudado para futuro reconhecimento no Brasil.

1988 - Na CARTA MAGNA, a Constituição de 5 de outubro de 1988, é mantida a determinação de liberdade religiosa, no artigo 5º.

1991 - As entidades que utilizam o chá assinam a "CARTA de Princípios dos USUÁRIOS", em Brasília.

1992 - O CONFEN, depois de sete anos de pesquisa, por unanimidade de votos de seus integrantes, decide liberar o uso religioso do Chá em todo o território nacional.

2004 - O CONAD em 4/11/2004 emite parecer reconhecendo a legitimidade, juridicamente, do uso religioso da Ayahuasca (Diário Oficial da União, Edição 214, Seção 1, 08/11/2004, pg. 8).
2006 - O Seminário da Ayahuasca em Rio Branco do Acre, organizado pelo CONAD, conta com a presença de inúmeras autoridades e elege o GMT (Grupo Multidisciplinar de Trabalho para os Estudos da Ayahuasca), que por sua vez cumpre a resolução de realizar um cadastro nacional das entidades que fazem uso da Ayahuasca e a confecção do Relatório Final (Documento de Deontologia), que foi assinado em 23 de Novembro.
2010 - O CONAD em 25/01/2010 dá a chancela governamental ao Relatório Final do GMT ao publica-lo na integra em sua Resolução N.1, na página 58 do Diário Oficial da União de N. 17.
AYAHUASCA - UMA PLANTA DE PODER         

ayahuascapor: ANA VITÓRIA http://www.universomistico.org/s/uma-planta-de-poder.html

Neste texto buscamos responder às dúvidas e perguntas mais freqüentes daqueles que trilham pelos caminhos da Ayahuasca. Pensamos que a leitura deste documento possa ajudar a aclarar o PORQUE de algumas de nossas mais essenciais convicções como:

- Ayahuasca não é droga, não vicia, não causa dependência física ou psicológica, nem “alucinações”;

- Ayahuasca está associada a inúmeros casos de cura de vícios, de dependência de álcool e drogas, e de recuperação da saúde;

- Ayahuasca é uma via de auto-centramento, fortalecimento da psique, segurança, auto-estima, firmeza, otimismo e paz interior.

- A Ayahuasca age como um estupendo facilitador, de compreensão da existência das camadas profundas dos "impulsos de vida" e "impulsos de morte", nos permitindo dialogar com o seu centro inteligente, e seus desdobramentos energéticos no plano espiritual, ou seja “invisível “ mostrando e ajudando a eliminar profundas camadas psicológicas e espirituais de nosso SER, através de ações musculares de contração e relaxamento, chamadas de PURIFICAÇÃO ou limpeza.

- Ayahuasca é um caminho para o reencontro com o que temos de melhor em nós e com o Divino manifesto na Terra.

Estas afirmações, entretanto, serão inúteis se não forem fundamentadas nos fatos e comprovadas pela experiência de cada um.

OS NOMES DA AYAHUASCA:

Existem pelo menos 42 nomes indígenas para este preparado. É notável e significativo que pelo menos 72 tribos indígenas diferentes da Amazônia, não obstante as distâncias de suas separações geográficas, de idiomas e culturais, manifestem um conhecimento tão comum e detalhado da ayahuasca e de seu uso. Eis os principais nomes pelos quais a conhecem:

Natema, Yagé, Nepe, Ayahuasca, Santo Daime, Vegetal, Dapa, Pinde, Runipan, Bejuco Bravo; Bejuco de Oro; Caapi (Tupi, Brazil); Mado, Mado Bidada e Rami-Wetsem (Culina); Nucnu Huasca e Shimbaya Huasca (Quechua); Kamalampi (Piro); Punga Huasca; Rambi e Shuri (Sharanahua); Ayahuasca Amarillo; Ayawasca; Nishi e Oni (Shipibo); Ayahuasca Negro; Ayahuasca Blanco; Ayahuasca Trueno, Cielo Ayahuasca; Népe; Xono; Datém; Kamarampi; Pindé (Cayapa); Natema (Jivaro); Iona; Mii; Nixi; Pae; Ka-Hee' (Makuna); Mi-Hi (Kubeo); Kuma-Basere; Wai-Bu-Ku-Kihoa-Ma; Wenan-Duri-Guda-Hubea-Ma; Yaiya-Suava-Kahi-Ma; Wai-Buhua-Guda-Hebea-Ma; Myoki-Buku-Guda-Hubea-Ma (Barasana); Ka-Hee-Riama; Mene'-Kají-Ma; Yaiya-Suána-Kahi-Ma; Kahí-Vaibucuru-Rijoma; Kaju'uri-Kahi-Ma; Mene'-Kají-Ma; Kahí-Somoma' (Tucano); Tsiputsueni, Tsipu-Wetseni; Tsipu-Makuni; Amarrón Huasca, Inde Huasca (Ingano); Oó-Fa; Yahé (Kofan); Bi'-ã-Yahé; Sia-Sewi-Yahé; Sese-Yahé; Weki-Yajé; Yai-Yajé; Nea-Yajé; Noro-Yajé; Sise-Yajé (Shushufindi Siona); Shillinto (Peru); Nepi (Colorado); Wai-Yajé; Yajé-Oco; Beji-Yajé; So'-Om-Wa-Wai-Yajé; Kwi-Ku-Yajé; Aso-Yajé; Wati-Yajé; Kido-Yajé; Weko-Yajé; Weki-Yajé; Usebo-Yajé; Yai-Yajé; Ga-Tokama-Yai-Yajé; Zi-Simi-Yajé; Hamo-Weko-Yajé (Sionas do Putomayo); Shuri-Fisopa; Shuri-Oshinipa; Shuri-Oshpa (Sharananahua).

Ayahuasca ou Ayawasca ou cayahuasca, jayahuasca ou xayahuasca, aioasca, auasca, uasca é uma palavra do idioma Quéchua que significa "cipó dos espíritos", “chicote da alma” ou ainda “vinho dos espíritos” ou mesmo "vinho da vida". É o nome mais usado pelos índios do Altiplano Andino que falavam o Quéchua, e foi dado em homenagem a um dos últimos Incas, o Príncipe Huaskar, que desapareceu por ocasião da conquista espanhola. O conquistador Cortez se aproveitou disso para acusar o irmão de Huaskár - o Imperador Inca Atahualpa – pelo seu desaparecimento e suposto assassinato, e assim justificar a tortura e a morte em praça publica do Imperador, a mando do tribunal da Santa Inquisição. Na verdade o tal assassinato jamais ocorreu, pois o Inca Huaskar, segundo a lenda, fugiu para a Floresta Amazônica, onde se integrou, e depois de sua morte seu nome passou a ser dado ao chá feito a partir da cocção do CIPÓ MARIRI ou JAGUBE (Banisteriopsis Caapi) com a folha da CHACRONA (Psychotria Viridis). Aya significa ALMA e Huaska significa CHICOTE, significando, pois CHICOTE DA ALMA.

NATEMA é o nome dado pelos nativos Jivaro. O termo espanhol significa, literalmente, corda da morte (corda = cipó).

YAGÉ significa em língua tupy pronuncia Ya-hay "sonho azul", devido à coloração azul de suas mirações. A origem indígena do Yagé é a tribo dos Putumayos, do norte do Peru e da floresta amazônica brasileira.

SANTO DAIME é o nome dado pelo Mestre Raimundo Irineu Serra a Ayahuasca, quando cristianizou o chá para uso no contexto urbano.

VEGETAL - HOASKA é o nome adotado pelo Mestre José Gabriel da Costa, quando criou a União do Vegetal.

ESTADOS ALTERADOS DA CONSCIÊNCIA PELA AYAHUASCA:

A Ayahuasca é um meio de expansão da consciência, sendo que o estado de transe e extase é parte da prática religiosa de milhões de pessoas.

Para o espiritismo o transe é condição necessária para possibilitar a comunicação com os espíritos dos mortos; o médium, em transe, emprestaria seu corpo para que um espírito o usasse como veículo de sua manifestação.

A Ayahuaska joga rapidamente as ondas cerebrais de ALFA para TETA, levando para uma zona da memória onde toda a vivencia irá se desenvolver, buscando e rememorando a vida interior do corpo (genética e hereditária) e a vida exterior ou social da pessoa, no presente, passado e futuro, e abrindo para a paranormalidade.

MUDANÇAS INTERNAS DO ORGANISMO DURANTE O TRANSE:

A ingestão da Ayahuasca provoca uma mudança física, afetando diretamente o cérebro, cuja freqüência de ondas passa do nível BETA (ativo) para o nível ALFA (relaxado, entre 8 e 12 Hz) ou TETA (profundamente relaxado, entre 5 e 8 Hz). Simultaneamente ocorre redução do ritmo respiratório de 12-14 para 4-6 vezes por minuto, redução de oxigenação em até 20 por cento, redução do ritmo metabólico de 25 a 30 por cento, redução da pressão sangüínea, mudança no pH e nos níveis de bicarbonato de sódio do sangue, aumento da resistência da pele, bem como aumento da acuidade e sensibilidade da audição, da visão, e do tato. Ou a DELTA quando atingimos o ÊXTASE.

REAÇÕES FÍSICAS do CORPO DURANTE O TRANSE:

Dificilmente as ondas do cérebro serão alteradas sem alterar o organismo físico como um todo. Um está ligado ao outro, e naturalmente a alteração vai afetar todo o sistema nervoso. Sendo assim é inevitável que também os movimentos do esôfago e dos nossos intestinos sejam alterados, dependendo mais ou menos do estado de ansiedade e das condições físicas em que o indivíduo em questão se encontra no momento que passa pela experiência, podendo ocorrer eliminação de líquidos e substâncias aquosas retidas em algumas das dobras profundas dos mesmos, ocasionando um intenso bem estar em seguida.

REAÇÕES DURANTE O TRANSE QUE OCORREM NO CÉREBRO:

Passando para o estado ALFA o cérebro passa naturalmente a funcionar com ondas mais calmas do que as do dia-a-dia, as BETAS, e tem a natural tendência de deter o fluxo dos pensamentos vagabundos, duais, que o habitam; trazendo um inegável bem estar, repassado para o corpo físico todo, tanto que mesmo a dor e as infecções tendem a diminuir durante o tempo em que a mente permanece em estado ALFA.

Quando estas mudanças celulares eletroquímicas ocorrem, o aumento da atividade dos neurônios é inevitável, tendo a pessoa à impressão clara de que estava dormindo e acordou de repente, remodelando as redes neurais que estavam desconexas, fazendo com que o neocórtex (pensamento e intelecto), o sistema límbico e o tálamo (sensação e emoção) e o bulbo raquiano (intuição e inconsciente) se comuniquem. Restabelecida esta conexão, costumamos sentir que "estamos salvos", no plural.

O TRANSE LEVA À PARANORMALIDADE. Os TIPOS de Paranormalidade são:
Telepatia - Faculdade onde o sensitivo mantém comunicação com outra pessoa à distância. Pode também se comunicar com espíritos, elementais ou "coisas".

Clariaudiência - Captação hiperfísica nos ouvidos humanos, podendo ser ouvidos até sons de outras galáxias.

Clarividência ou Miração - O sensitivo consegue ver o que se passa em outros planos, como seres ou "coisas" que dele se aproximam no campo astral.

Psicometria - Captação pelo toque das mãos em qualquer objeto ou superfície.

Psicografia – Capacidade paranormal de “receber mensagens por escrito” de outros planos (como os Ícones cantados nos Trabalhos)

Inspiração - O sensitivo consegue captar idéias que fluem pelo espaço, dentro de uma vibração semelhante à sua.

Intuição - Manifestação vinda do Mestre Interior.

Incorporação - Manifesta-se através do movimento do corpo, podendo haver também uma manifestação simultânea de clariaudiência e/ou de clarividência.

Transfiguração - Mudança de aspecto físico.

Hiperestesia Indireta do Pensamento (HIP) - "Leitura" do pensamento (através da linguagem corporal; capacidade de "ouvir" o pensamento à curta distância, poucos metros).

Pantomnésia - Capacidade do Inconsciente de se lembrar de tudo.

Talento do Inconsciente - Inteligência e raciocínio do Inconsciente.

EFEITOS ESPIRITUAIS DO ÊXTASE:

O Êxtase, do grego "ex stasis", significa literalmente "ficar fora", “estar fora”, isto é, "libertar-se" da dicotomia da maior parte das atividades humanas. Êxtase é o termo exato para a intensidade de consciência que ocorre no ato criativo. Não é algo irracional: é supra-racional. Une o desempenho das funções intelectuais, volitivas e emotivas, provocando instantânea mudanças de comportamento.

O cérebro ao entrar em Êxtase vai começar a funcionar em ondas celebrais TETA profundo, não raro inconsciente sem a Ayahuasca com o chá este estado fica plenamente concentrado intensamente e consciente. Quando inconsciente e porque entrou em DELTA, que sobre efeito do chá são poucos minutos, levando a experiência da imitação da morte.

O ÊXTASE elimina a separação entre objeto e sujeito alargando as fronteiras da consciência humana, levando o sujeito à CRIATIVIDADE.

Seus efeitos são:

Oferece a certeza, a sensação de que “nada pode nos acontecer que já não nos pertença, guardado no nosso ser mais secreto”.

Unidade, pois o individuo sente que a separação entre ele e um objeto exterior não se faz mais presente, embora saiba, ao mesmo tempo, que, num outro nível ele e os objetos (animados e inanimados) estão separados.

Transcendência do Tempo e do Espaço, ao experimentar a sensação de eternidade ou infinidade.

Altruísmo (transcendência do EGO) e sentimento de Humildade, pois a pessoa está mais capacitada a ouvir seu SER interior, superando a ansiedade, a inibição, a defesa, o controle, o conflito da loucura e da morte, e isto vale dizer que o medo diminui na vida pratica.

Profunda sensação Interior de positividade, despertando alegria, bem-aventurança e PAZ.

Sacralidade, o respeito e admiração em relação à presença de realidades inspiradoras.

Objetividade e realidade, dadas pelos insights, ou iluminação a nível não racional, obtida por experiência direta

Paradoxalidade, experiências místicas que podem ser contraditórias, como “O Eu Existe e Não Existe”.

Persistentes Mudanças de Comportamento em relação ao EU, em relação à VIDA, em relação à própria experiência mística.

Livre-arbítrio ampliado devido à sensação de estar ativo, de se tornar o centro criativo de suas próprias atividades e de suas próprias percepções, mais autônomo, um agente livre, desta forma ampliando os próprios horizontes e conseqüentemente o LIVRE-ARBÍTRIO.

SOBRE A PURIFICAÇÂO:
PURIFICAÇÂO é o nome dado ao processo de descondicionamento de antigas couraças, musculares e psíquicas, tanto no plano físico, como no plano do corpo astral.

A PURIFICAÇÂO pode ocorrer em qualquer momento do Trabalho, ela atua tanto física, quanto mental e espiritualmente, através das aberturas do corpo.

Os Xamãs a chamam "Peia", ou "Chicote de DEUS". Ela desbloqueia as nossas resistências físicas, há muito enraizadas nos músculos, como também a RESISTÊNCIA interna a mudanças, ao novo.

A) A PURIFICAÇÂO PROMOVE ELIMINAÇÃO DE FLUÍDOS EXISTENTES NAS DOBRAS DO ESTÔMAGO QUE GERAM DOENÇAS. É crença geral que no momento em que contraímos a IDÉIA de uma doença ou de um mal, seja ele qual for, este pressentimento impregna o ar e vem em nossa direção, criando a energia geradora daquele mal, gerado nas entranhas dos intestinos. Enquanto esta energia não for expelida, a doença não pára de ativar seus efeitos, atraindo coisas específicas daquela vibração para o nosso corpo.

B) A AYAHUASKA PROMOVE A PURIFICAÇÂO NA LINGUAGEM-PENSAMENTO. Devido à fragmentação da linguagem (que provoca a desestrutura do pensamento) os pensamentos e as emoções se fragmentaram, causando grande dano mental e emocional, seja por qual razão ocorra. Quais os EFEITOS desta fragmentação e como agem em longo prazo? Agem sozinhos, nas horas menos previsíveis: parecem ter vontade própria. É o VERBO em estado caótico procurando se acomodar na nova ordem mental da mistura das letras geradas no mecanismo automático do pensamento.

C) A AYAHUASKA PROMOVE A PURIFICAÇÂO NAS FORMAS FRAGMENTADAS DE EMOÇÕES. Trata-se de formas de EMOÇÃO não domesticadas, desprendidas e atraídas pela EMOÇÃO e que ganham vida pela palavra. São o que figuradamente podemos chamar do lixo das palavras que sobraram no plano mental coletivo.

OUTROS EFEITOS DA AYAHUASCA:
DIMINUI A DEPRESSÃO, religando ao Principio Divino, gradualmente.

AJUSTA OS CORPOS SUTIS, pois são sete os planos de manifestação da vida neste planeta que nos permitem viver num corpo físico. Os sete planos, juntos, compõem o nosso corpo astral. A religação consiste em ajustar ou religar os sete corpos sutis criando HARMONIA, que se manifesta, no campo físico, pela harmonia entre pensamentos, sentimentos e a linguagem ou fala.

ATIVA a MEMÓRIA, estimulando os neurônios. Para isso são usados cantos arcaicos, de sílabas sonorizadas, que expressam a linguagem simbólica e têm como objetivo trazer as forças da Natureza e do Cosmos para a experiência humana que, desde o começo de sua presença na Terra, insiste em restabelecer o contato com o Divino.

O canto reconecta a Memória com o Sagrado, principalmente quando pronunciamos as sílabas dirigidas para o topo da cabeça. Está técnica ajuda a diminuir os pensamentos "vagabundos" que povoam a nossa imaginação.

Os CANTOS ou ÍCONES são usados no sentido de buscar a consciência das palavras e das estruturas lingüísticas, com percepção clara do Poder da Linguagem formulada pelo cérebro, assim como da Palavra dita em Voz Alta. Estudando a estrutura das palavras saberemos porque um povo age de determinada maneira e não de outra forma.

A música é capaz de ativar o fluxo de memórias acumuladas, através do "corpus callosum" - uma porção de fibras que ligam os hemisférios direito e esquerdo do cérebro - ajudando ambos a trabalhar em harmonia, estimulando as endorfinas, opiáceos naturais segregados pelo hipotálamo, que produzem um sentimento de embriaguez, como o de estar apaixonado.

Ajustando desta forma a emoção e a razão, acabamos de vez com a guerra existente entre estes dois lados da cabeça. Não há como acabarmos com as guerras exteriores e mundiais se não acabarmos primeiro com as desavenças dentro de nosso próprio cérebro.

O SOM DO MARACÁ COMO ELEMENTO DE RESTAURAÇÃO:
Nas técnicas xamânicas usam-se os Maracás, pois eles possuem o poder de restauração da saúde, eliminando obsessões de origem astral vindas de forças estranhas ao ser humano. Esses obsessores tanto podem ter origem em elementos da natureza, como em pensamentos das pessoas, e acabam ganhando vida própria.

O resultado geral do uso da Ayahuaska pode ser descrito como a pacificação gradual da personalidade, diminuindo a ansiedade, eliminando o mau humor, e equilibrando o sistema nervoso – a razão e a emoção.